Chapéu do Bispo, MG: A primeira caminhada a gente nunca esquece

A primeira vez que nosso filho fez uma caminhada, tinha 6 meses e subiu o “Chapéu do Bispo” (2.030m), em Monte Verde, MG.

Usei um canguru leve, fácil de manusear e confortável para o bebê. A princípio pensei em dividir o peso com minha cunhada, pois achei que não conseguiria “carregando 8 kg”. Engano meu, pois subi com tranqüilidade.

Fomos em três adultos num passeio tipo “família”. Fiz a opção por uma trilha que faço desde que tinha 7 anos. É uma caminhada de 40’, com um desnível bem forte, algo em torno de 700m, mas que proporciona um visual belíssimo para a cidade, momentos prazerosos ao ar livre  em contato com a natureza.

Caminhada - Chapéu do bispo

Como era a primeira vez que fazíamos uma trilha com bebê, decidimos sair cedo para não pegar muito sol na subida. Não tivemos pressa, fizemos várias paradas para beber água, apreciar as árvores (o filhote tem paixão por árvores balançando com o vento e vibrou muito o trajeto inteiro) e para descansar. Acabamos levando 1:15h para chegar ao cume.

Quando estávamos no último trecho do caminho o bebê até dormiu, já cansado de tanto gritar e sacolejar a cada vez que uma brisa batia nas folhas e essas balançavam.

Assim que chegamos ao topo ele acordou, então aproveitei para colocá-lo sentadinho nas pedras e tomar um leite que preparei na hora.

Achei muito interessante a reação das pessoas que também faziam a caminhada quando chegando ao topo e viam um bebê todo eufórico, brincando e rindo para todos; percebi que uns achavam que era um certo absurdo levar uma criança àquele local, já outros se sentiram incentivados a fazer o mesmo.

Foi uma aventura bem tranqüila e divertida, tanto para nós como para o Thomas (meu filho). Não tivemos nenhum problema e voltamos com gostinho de quero mais. Ao todo levamos 4 horas, pois passamos um bom período aproveitando a vista e brincando com o bebê lá em cima.

Deixo algumas dicas que foram de grande ajuda para quem assim como eu, quer ter umas horinhas livre da agitação, sem poluição e com um visual maravilhoso.

O que levar na na mochila? Montei uma mochila pequena, apenas com o essencial para o período que estaríamos fora. Coloquei:

  • Uma fralda boa (para não correr o risco de precisar de mais)
  • 4 lenços umedecidos (embalados em um saquinho)
  • 1 saquinho para descartar a fralda utilizada
  • 1 chuquinha com água (nessa fase já é importante que a criança beba água para não desidratar)
  • 1 mamadeira com água e um saquinho com a quantidade exata do leite para preparar quando for necessário
  • 1 pano de boca

CanguruComo levar o bebê? A melhor opção é o Canguru. Na ocasião utilizei um canguru simples, mas confortável. É muito importante que esse acessório seja confortável tanto para quem carrega como para o bebê, pois como o bebê ficará nele por um tempo considerável pode machucar a perninha e tornar o passeio desagradável.

O modelo da Infantino (Confort Rider) disponível em nossa loja é o ideal para pequenas caminhadas, por ser leve, macio e bem confortável tanto para quem carrega o bebê como para o próprio.

Uma coisa que nos chamou a atenção nesse modelo foi o sistema de alças (a) que são largas e facilmente reguláveis e os ajustes laterais (c) que permitem deixar o bebê preso, mas não apertado e bem seguro e ainda vem com um pequeno babador (b) fixo ao canguru.

Para os Adultos: Não esqueça de levar água e alguma guloseima, pois se andando sozinho já dá fome e sede, imagina carregando um “pesinho extra”.

Verifique também antes de fazer a trilha se há alguma fonte de água no caminho, isso ajuda a diminuir o peso, e quanto as guloseimas, um pacotinho de bala de goma, um saquinho de amendoim, fruta seca ou ainda biscoito de polvilho já é o suficiente. (por Cris Diacov)

Dicas: Brincando com Folhas

Que tal guardar uma recordação do passeio ou caminhada feito com a família?

Essa é uma dica simples que pode envolver a família toda, servindo de recordação de uma gostosa caminhada ou passeio pelo parque.

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Pintura com impressão de folhas

  1. Incentive a criança a recolher diversas folhas de tamanhos, formatos e texturas diferentes durante a caminhada ou passeio. Note que devem quase secas e que já estejam no chão, aproveitando para mostrar a diferença entre a folha com vida ou morta.
  2. Ao chegar em casa, coloque as folhas escolhidas entre duas folhas brancas (tipo A4)
  3. Com um giz de cera deitado, ensine a criança a passar levemente por cima das folhas até que o desenho da folha esteja ‘carimbado’ na folha branca.

Resultado: Na folha pintada deverá sair o desenho das diversas folhas com suas texturas, desenhos e formatos.

Sugestão:

  • Faça um jogo de memória, tentando lembrar em qual local foi coletado aquela folha.
  • Mande enquadrar a folha. Não se esqueça de pedir para a criança assinar e colocar a data.
  • Incentive a criança a levar para escola e contar ao professor como foi o passeio.

por Levi Rodrigues

O que fazer quando a criança engasga?

O que fazer quando uma criança engasga é um tema um pouco polemico, tendo lido varias opiniões diferentes sobre o assunto. Montanhistas em geral tem certa preocupação com o tema “primeiros socorros”, isso porque, por primeiros socorros entendemos como um conjunto de normas e princípios a serem usados em situações de emergência e quando se trata de nossos filhos a preocupação aumenta ainda  mais.

Pais de primeira viagem (como eu!) costumam se assustar muito quando a criança engasga, o que é natural, pois ver a reação da criança tentando respirar (e não conseguir) é algo extremamente angustiante.

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Depois de certo tempo, podemos ver que a própria criança aprende a lidar com a situação e na maioria das vezes desengasga sozinha.

Mas estar preparado para situações  emergênciais é uma obrigação de todos os pais.

Por experiência própria, reproduzo duas dicas que são essências para esses momentos como esses:

  • Esteja psicologicamente pronto para agir, se for preciso.
  • Evite o engasgo da criança, fornecendo alimentos corretos a idade e retirando objetos que possam favorecer o engasgo.

Reproduzo abaixo, parte do artigo O que fazer quando a criança engasga que encontrei no ótimo site Baby Center Brasil .

Primeira coisa a fazer: avalie rápido a situação:

  • Se o bebê não consegue chorar nem tossir, as vias aéreas podem estar fechadas, e você vai precisar ajudá-lo a voltar a respirar. Ele pode estar fazendo ruídos estranhos ou abrindo a boca sem emitir nenhum som. A pele pode começar a ficar muito vermelha, azulada ou arroxeada.
  • Se o bebê estiver tossindo ou com ânsia de vômito, é boa notícia: as vias aéreas não estão totalmente bloqueadas. Deixe seu filho tossir. Tossir é o método mais eficaz de desimpedir as vias aéreas.
  • Não tente retirar o objeto com suas mãos, a menos que você consiga vê-lo ao abrir a boca da criança.
  • Caso o bebê não consiga se desengasgar, grite e peça ajuda a alguém para levá-los ao pronto-socorro, e comece a fazer as tentativas de desengasgo (ver abaixo). Se estiver sozinha em casa com o bebê, tente desengasgá-lo por dois minutos e então telefone para alguém para pedir ajuda.
  • Se seu filho parece estar engasgado mas você não viu se ele colocou alguma coisa na boca, e ele não estava comendo, leve-o ao hospital imediatamente. Ele pode estar com uma reação alérgica a algum alimento ou uma picada de inseto, por exemplo, ou com alguma infecção, como a laringite.

Segunda coisa a fazer: batidas nas costas e compressões no peito

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Se você acha que seu filho está mesmo com alguma coisa presa na garganta, sente-se e o coloque de barriga para baixo sobre suas coxas, com a cabeça voltada para os seus joelhos. Segure-o por baixo, mantendo o antebraço sob a barriga dele e usando sua mão para sustentar a cabeça e o pescoço.

Deixe que a cabeça do bebê fique mais baixa que o resto do corpo. Com a outra mão, dê cinco tapas firmes, mas não com muita força, nas costas da criança, entre as omoplatas.

Em seguida, coloque essa mão livre na cabeça do bebê, com o antebraço sobre as costas dela, e vire-a devagar, ainda mantendo a cabeça mais baixa que o corpo, na mesma posição, no seu colo.

Continue segurando, para dar início às compressões no peito.

Imagine uma linha ligando os dois mamilos do bebê e posicione dois ou três dedos, juntos, um pouco abaixo dessa linha, no centro do tórax dele. Faça uma pressão rápida, para que o peito afunde cerca de 2 cm, e deixe que ele volte à posição normal. Repita cinco vezes, sem movimentos muito bruscos.

Continue alternando os cinco tapas nas costas e as cinco pressões no peito até que o objeto seja eliminado, ou que o bebê comece a tossir. Se ele começar a tossir, deixe que ele elimine o objeto sozinho.
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Se o bebê desmaiar, será necessário fazer respiração boca-a-boca. Coloque-o sobre uma superfície firme e incline a cabeça dele para trás, erguendo um pouco o queixo, para abrir as vias aéreas.

Dependendo do tamanho do bebê e de quem faz a respiração, pode-se colocar a boca sobre o nariz e a boca do bebê ao mesmo tempo e soprar, ou então cobrir só a boca do bebê e tampar o nariz dele com as mãos.

Procure selar sua boca na dele para que o ar não escape, e sopre com vigor. O ideal é que você sinta o peito da criança inchar com o ar lançado para os pulmões dela. Deixe o peito voltar à posição normal e sopre de novo. Mesmo que o peito do bebê não se encha, continue fazendo a respiração.
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Alterne duas respirações e 30 compressões rápidas no peito (ao ritmo de 100 compressões por minuto), com os dedos no centro do tórax, até chegar ao pronto-socorro ou conseguir ajuda especializada. Durante a operação, abra a boca do bebê para ver se consegue enxergar o objeto. Se conseguir, retire-o com os dedos.

Mesmo que o bebê se recupere completamente do episódio, leve-o ao médico no mesmo dia.

Continue lendo o texto: O que fazer quando a criança engasga no site Baby Center Brasil . (por Levi Rodrigues)

Primeiros Socorros: Como ensinar as crianças?

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Por Primeiros Socorros podemos definir como vários princípios que aplicamos de forma organizada em situações de emergência. E isso não se restringe apenas aos adultos. Crianças são as principais vitimas de acidentes e também de informação quando ocorre um acidente (geralmente elas vêem primeiro), por isso a importância de educar o quanto antes as crianças sobre como proceder em situações onde há risco de morte.

Uma dica legal é a do portal IG para crianças, o Iguinho, com informações variadas e uma seção especial sobre como ensinar primeiros socorros às crianças.

São dicas como essas:

A Sociedade Brasileira de Cardiologia também ministra o curso “Ressuscitação Cardiopulmonar na Escola”. O “RCP na Escola”, ministrado em colégios, aos estudantes e professores.

Fonte: Crianças, Jovens e Adolescentes

Tornando divertida a hora do almoço

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Não sabe mais o que fazer para que seus filhos comam verduras. Que tal essa idéia? O prato criativo desenvolvido pela FoodFace vai tornar o almoço das crianças bem mais divertido.

Que venham as ervilhas, sopas, pites e as cenouras. (por Levi Rodrigues)

5 coisas perigosas que você NÃO deve fazer

Inspirado no post5 coisas perigosas que você deve desencanar’, do coruja.updateordie.com, redigi este que aborda o que NÃO fazer, quando estiver com crianças dentro do carro.

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  1. Não deixe que as crianças viagem em pé entre os bancos do veículo. Imagina o que pode acontecer com uma criança em caso de colisão.
  2. Nunca deixe vidros e portas abertas. Evitando que crianças mais ‘criativas’ coloquem braços e pescoço para fora do veiculo.
  3. Pneus furados e outros problemas com veículos podem ocorrer durante qualquer viagem, mas nunca permita que as crianças desçam do carro enquanto estiver em uma rodovia ou avenida muito movimentada.
  4. Quem manda no carro são os adultos, por isso, crianças nunca devem andar sem estar protegidas pelo cinto de segurança ou na cadeirinha.
  5. Falar ou brincar com os filhos sempre ajuda a acalmá-los, mas muito cuidado com a empolgação para que as crianças não tirem sua atenção da estrada.

por Levi Rodrigues

Um recall para nossos filhos?

via: Aprendendo a Vida

Quando você vê aqueles anúncios das montadoras de automóveis chamando alguns proprietários de veículos para comparecerem a uma concessionária para a troca de uma determinada peça do carro, pois ela saiu com defeito de fábrica, você não fica com uma pontinha de inveja? Não, não estou falando do seu carro! Estou falando de seu filho.


Você não gostaria de ser chamado para algumas correções, ou para, como dizem as fábricas, um “recall” em relação ao seu filho?
“Estamos convocando os pais das crianças nascidas entre os dias primeiro e trinta e um de março deste ano para comparecerem a uma concessionária, onde será efetuada a troca gratuita de um módulo do setor de sono, pois foi constatado que alguns modelos podem apresentar um defeito que ocasiona o acordar várias vezes durante a noite”.

“As crianças que atualmente estão entre um e três anos devem ser levadas para uma revisão gratuita nas concessionárias, pois vários modelos estão apresentando um comportamento estranho que inclui crises de choro e brabeza, gritar e se atirar ao chão, principalmente quando são contrariadas. Este comportamento poderá ser corrigido com a troca de algumas peças ou apenas com a regulagem do setor de personalidade”.

“Foram constados alguns problemas nos componentes de alimentação de crianças nascidas entre os anos de 2003 e 2004, pois muitas delas recusam terminantemente as refeições de sal e somente aceitam leite e outros alimentos fora dos horários habituais. Se o seu filho está apresentando estas características, leve-o à concessionária mais próxima para a troca gratuita do regulador de apetite”.

Na verdade, todos nós gostaríamos de fazer alguns ajustes em nossas próprias características, tanto no aspecto físico como no emocional. Mas como não existe nenhuma concessionária ali na esquina para realizar estas alterações, precisamos nos virar sozinhos, através de mudanças de atitudes e de comportamentos.

O mesmo é válido para os filhos. Para resolver alguns problemas, os pais devem reavaliar suas expectativas, reconhecer a individualidade de cada filho e atuar de forma consistente e coerente.

Na prática, as concessionárias somos nós mesmos.

Trilhas com Crianças: Por onde começar?

Fazer caminhada com crianças é uma enorme oportunidade que temos de apresentar a elas o mundo da aventura – E não se engane, elas vão adorar!

Quando bem preparada, uma caminhada pode proporcionar momentos em família que ficarão marcados para sempre, e a recíproca é verdadeira, uma trilha mal planejada pode trazer traumas e transtornos para todos.

Não espere acertar tudo da primeira vez, a experiência em adaptar as diversas técnicas e dicas é o que fará com que sua caminhada seja um sucesso e os deixe ‘querendo mais’.Trilhas com Crianças.jpg

Pensando nisso, preparei algumas dicas que o ajudarão na hora de preparar a aventura.

  1. Faça um bom planejamento: Um dos principais fatores de frustração é o fato de não incluirmos a criança no planejamento da atividade ou a excessiva expectativa criada em cima do passeio. Se você quer fazer com que suas crianças gostem de caminhar, diga a elas o que irá fazer no dia, mas deixe bem claro que nem tudo pode acontecer como planejado e o mais importante – prepare toda a atividade antecipadamente para evitar sustos de ultima hora. No post As 10 dicas + Importantes: Roteiro, há diversas idéias sobre como planejar uma caminhada ou viagem.
  2. Defina o local com trilhas adequadas a idade dos pequeninos: Detalhes como chegar lá, horários do parque, do ônibus ou metrô, condições do carro, a estrada e como estará o tempo no local escolhido. (veja também, Raios: 10 dicas de como proteger as Crianças)
  3. Prepare as mochilas: não se esquecendo de colocar na mochila da garotada equipamentos para eles levarem, como comida, capas de chuvas e blusa, mas cuidado com o excesso de peso que não deve ultrapassar 15% do peso da criança.
  4. Defina um horário de saída e chegada.
  5. Seja “encontrável”: Leve celular, deixe um roteiro da caminhada e avise pessoas próximas.
  6. Saiba os princípios básicos de uma caminhada com Mínimo Impacto.

Sugestão de como preparar uma caminhada:

  • Aprenda a se divertir: Essa é a parte difícil. Paciência é a ‘palavra chave’, não os force a fazer o que você acha interessante, e sim, deixe-os descobrir o mundo ao seu redor. Tente ver as coisas pela ótica das crianças, tentando mostrar novas plantas, brincadeiras e detalhes que não costumamos dar a devida atenção, um boa dica é o post 7 dicas para uma Caminhada mais Agradável com as Crianças, que trás boas sugestões de atividades para fazer durante a caminhada.
  • Seja prudente e esteja preparado: Mesmo em pequenas caminhadas pela cidade ou parques, crianças costumam se cansar com mais facilidade, ficar aborrecidas ou com sono, portanto tenha paciência e sabedoria para fazer as paradas, os lanches e os momentos de descanso. Lembre-se de levar na mochila uma boa refeição (veja mais sobre o assunto em, Começando na Trilha: Comida Extra), carregue sempre capas de chuvas extras, blusas de frio, protetor solar, bonés e acima de tudo, saiba o que fazer quando precisar tomar uma decisão.
  • Tenha um plano B: Choveu e não tem para onde ir? Nada de descer a trilha com as crianças na chuva, esteja preparado psicologicamente para enfrentar a situação. Encoraje-os a seguir as regras de segurança, observe atentamente como está o tempo e se tiver que passar algum tempo debaixo de uma pedra ou quiosque, tenha seu repertório de ‘passatempos’ ou livros de histórias.
  • O que interessa não é o cume: Nada de correr para alcançar o objetivo, e sim, esteja preparado para mudar de roteiro (se precisar), abortar a caminhada ou passar mais tempos nas áreas de descanso. Dê lanches e hidrate-os sempre, esteja sempre atento ao entusiasmo da criança para saber a hora de apertar o passo ou diminuir o ritmo. Deixe a criança ditar a velocidade da caminhada e qual o objetivo de estar ali.

Notas sobre roupas, calçados e equipamentos:

  • Calçados e Meias: Nas lojas especializadas é possível encontrar meias e botas (cano médio ou alto) especificas para caminhada e em números menores, mas em geral calçados com um solado aderente é suficiente para caminhadas pequenas. Devem ser ‘amaciadas’ antes e serem confortáveis nos pés, não sendo nem apertado, nem muito largo.
  • Mochilas: Uma mochila de 30 litros para crianças menores é o suficiente. Escolha uma mochila que tenha ‘barrigueira’ e que seja confortável a criança.
  • Roupas: Crianças seguem os mesmo princípios de segurança do que os adultos, por isso, usem roupas de ‘fibras sintéticas’ como fleeces, calças e camisetas sintéticas (não retém o calor e transpiram mais rápido. Leve uma blusa leve a mais na mochila, capa de chuva, meias (para o caso de molharem), lembrando de guardá-los protegidos da chuva, por exemplo em saquinhos plásticos.
  • O que não pode faltar em sua mochila: Protetor solar,Repelente, Óculos escuros, Lanterna, Primeiros socorros, Relógio, Mapa ou guia e bússola , Papel Higiênico (+ a pázinha) e saco de lixo, Água e lanches, Máquina fotográfica, capas de chuva. (por Levi Rodrigues)

Jogo ambiental será lançado amanhã no Ibirapuera

via: O Guia Verde

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Amanhã, no Parque Ibirapuera, haverá uma grande brincadeira. Para o lançamento do jogo Aventura Ambiental no Parque Ibirapuera, será montado um gigantesco tabuleiro debaixo da marquise (oba, se chover, sem problemas!) onde os participantes, de qualquer idade, poderão estrear o jogo – e ainda levar uma unidade para casa.

Em um tabuleiro com 34 casas, é preciso responder perguntas sobre o parque e sobre preservação do meio ambiente. Quem não conseguir responder terá que cumprir uma missão, como imitar animais, uma árvore ou até mesmo um saci-pererê.

O jogo foi criado pela Universidade Aberta do Meio Ambiente e Cultura de Paz (UmaPaz), sediada no Parque, como um desdobramento do programa Aventura Ambiental, um tour guiado pela imensa área verde com apresentação da fauna e flora e do contexto histórico-cultural do Ibirapuer, além da aabordagem de questões ambientais.

Após o lançamento, o jogo será distribuído somente para os participantes da Aventura Ambiental (inscrições, apenas para grupos, pelo telefone (11) 5572-1004).

Serviço: lançamento do jogo Aventura Ambiental no Parque Ibirapuera, sábado, 14 de fevereiro, às 10h, na marquise do parque. Gratuito, para todas as idades. Informações: (11) 5572-1004.

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