Parques Infantis: Como agir nesses locais

Parques infantis é um excelente opção para quem mora em grandes metrópoles ao invés dos shoppings centers para entreter a garotada. Sabemos que para as crianças é uma opção para lá de divertido, mas também uma oportunidade para a integração e experimentos com outras crianças.

Por exemplo, meu filho ao chegar em um parque perto da nossa casa, fica todo entusiasmado com a correria das outras crianças e logo se aproxima delas para tentar brincar junto. Mas para nós, pais , sempre há duas preocupações: Não sabemos quem são as outras crianças e temos receio das quedas que possam tomar.

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Pensando nisso sugiro algumas idéias do que fazer em sua próxima visita ao parque

  • Não vá muito tarde. Se o seu filho está cansado após um dia de escola ou qualquer outra circunstância,será bem provável que ocorra quedas ou outros tombos.
  • Se sua criança ainda não é capaz de levantar-se sozinha , preocupe em criar jogos próprios para a idade dela, sem que dependa de outras crianças. Também vá preparada para ajudar a coloca-lá no escorregador, balança e outros brinquedos.
  • Caso surja algum desentendimento entre seu filho e outra criança por conta de um brinquedo ou qualquer outo motivo, esteja atento para interferir, mas principalmente, para ensina-lo a interagir com as negativas e os conflitos. Explique o porque, tente convence-lo a “deixar para lá” e se for o caso à emprestar um  brinquedo ou trocar ou outro. Nesse momento o mais importante é evitar a agressão física, mas também ensinar como agir nessas situações e não apenas retira-lo da situação sem explicar o porque, já que nada vida adulta situações como essas não é possível  fugir ou pedir para que alguém nos retire de lá, e sim, teremos que enfrentar.
  • Se perceber que seu filho está com muita energia nesse dia, evite os parques e locais muito agitado, mas procure atividades mais contemplativas, como passeios a pé, observação, ou brincadeiras a dois.

Se conseguirmos escolher o lugar e a hora correta para irmos aos parques, poderemos fazer desses momentos, verdadeiras oportunidades de aprendizagem. – por Levi Rodrigues

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Outdoor Class: Como ensinar as crianças a observar o céu.

Recente li o post Observando as estrelas! do site Casinha na Árvore, que me inspirou a escrever esse, talvez porque tenha ótimas lembranças de quando ficava analisando o céu.

Observar o céu e as estrelas é um costume cada vez mais raro entre adultos e consequentemente entre as crianças, o máximo que podemos ver é quando uma família viaja para o interior e quando vê o céu limpo e aquele monte de estrelas, diz: – “Olha que céu limpo. – Olha quantas estrelas”, mas fica só nisso.

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Me lembro de inúmeras noites que passei “bivacando” (acampar sem barraca) em montanhas tentando decifrar as constelações e estrelas que podia enxergar, auxiliado com um simples mapa do céu, que antigamente vinha encartado na revista Super Interessante.

Com isso acabei desenvolvendo uma certa afeição aos assuntos relacionados ao céu, estrelas, navegação e constelações.

Então por onde começar? A dica mais fácil é – visite com seus filhos os planetários que há em São Paulo e cidades próximas, como:

Lá além de baita aula sobre o assunto, poderá proporcionar à seus filhos uma idéia de como funciona o sistema solar, estrelas, constelações e princípios básicos (que muitos adultos não conhecem) sobre orientação, também pode fazer cursos gratuitos, como é o caso do Ibirapuera ou assistir seções mais especificas sobre determinados assuntos.

Depois, prepare uma viagem e aproveite para colocar seus conhecimentos em prática. É claro que essa atividade pode  – e deve – ser interessante para a família toda, então comece a preparar a atividade em casa, veja como:

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  1. Imprima um Mapa do Céu, da cidade de onde pretende observar (veja um exemplo do céu de Monte Verde/MG)
  2. Procure um local distante das cidades e com poucas luzes (se não for em um sítio ou local conhecido, visite durante o dia para ver as condições de segurança e mobilidade).
  3. Tente acostumar os olhos a escuridão e às estrelas (geralmente após 20 min).
  4. Procure uma posição confortável (para mim é deitado dentro de um saco de dormir).
  5. Leve uma pequena lanterna (de preferencia com luz amarela).
  6. Comece a identificar os pontos cardeais (Norte, Sul, Leste, Oeste), veja os detalhes da lua, das estralas mais brilhantes ou procure o Cruzeiro do Sul.
  7. Depois de acostumado e utilizando o Mapa do Céu, comece a identificar as constelações. A forma mais fácil é achar um e depois ir procurando outras próximas dessa.

O Livro das Estrelas do Excursionista SonhadorÉ claro que podemos nos aprofundar mais e mais no assunto, mas isso fica para uma outra vez, mas caso queira se conhecer um pouco mais sobre o assunto, conheça o Zenith (o mesmo site do mapa do céu).

Um site onde você poderá encontrar um série de dicas sobre como observar o céu, estrelas, como reconhecer constelações, dicas e curiosidades sobre astronomia.

Também conheça o livro O Livro de Estrelas do Excursionista Sonhador, de Sérgio Beck, que aborda as estrelas e constelações que podem ser vistas ao longo do ano, mês a mês em 12 mapas.

Na verdade toda essa minha afeição por estrelas começou depois que li esse livro. – por Levi Rodrigues

Outdoor Class : Como fazer um alimentador para pássaros

por Levi Rodrigues

Estou começando uma nova seção aqui no blog, a Outdoor Class, para dar dicas de atividades mais elaboradas que podemos fazer com crianças quando estivermos em ambientes abertos (outdoor), que pode ser em um sítio, a chácara do vovô ou qualquer ou lugar que permita a integração entre homem e natureza.

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E a primeira aula é: Como fazer um alimentador manual para pássaros.

Então vamos às dicas de como fazer o Alimentador:

Material e Ferramentas:

  • Uma caixa de leite vazia
  • Um pedaço de cordim (corda fina)
  • Uma tesoura
  • Uma caneta
  • Um alicate vazador (aquele alicate para fazer furos em cintos) ou 1 prego

Passo 1: Lave bem a caixa de leite e deixe secando ao sol para evitar mail cheiro

Passo 2:

Depois de seco, desenhe de ambos os lados uma janela, como mostra a figura.

Passo 3:

Recorte pelo tracejado e faça um vinco no local da abertura da janela Essa aba vai ser importante para diminuir a entrada de água da chuva.

Passo 4:

Com o alicate vazador (ou o prego), faça vários furos nas laterais da caixa (junto à sua base). Estes furos servem para escoar a a água da chuva que possa entrar.

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Passo 5:

Com a mesma ferramenta, faz dois furos na parte aba dobrada da caixa e passe o cordim por ela.  Estude também  o local onde irá colocar o alimentador e corte um pedaço do cordim condizente ao tamanho de modo que ele fique esticado.

Muito simples e divertido, né! Aproveite também para conhecer outras idéias como o Alimentador feito com coco, pelo site Naturlink e o Alimentador feito com vidros do  The Outdoor Parent.

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Dica – Aproveite o período de outono e inverno onde a alimentação fica mais escassa para as aves para criar seu alimentador. Como sugestão você pode oferecer: Migalhas de bolo, pedaços de frutas, pedaços de pães bem pequenos, frutas secas, amendoins, alpiste e milho.

Caminhada com crianças: Com quanto anos começar?

Caminhar com crianças já é uma baita aventura, mas sempre me perguntam: Qual a melhor idade para começar a fazer caminhadas de aventura com crianças?

Geralmente quando me perguntam isso, ou é porque a pessoa quer fazer caminhadas maiores do que o indicado,  como trilhas em parques e montanhas ou porque já fez e não teve uma experiência agradável em caminhadas, o fato é, nenhuma das duas opções são as melhores  formas de se começar a fazer caminhada.

Minha resposta para essa pergunta é simples: Para onde você quer ir?

Isso porque fazer caminhadas de aventura com crianças, não necessariamente precisa ser uma com um alto nível de dificuldades, temos inúmeros exemplos de aventura próximas de São Paulo que não passam de 2 ou 3 km de distancia e sem quase nenhum desnível e que pode proporcionar “aventuras“ dignas para a maioria das crianças e adolescentes, um exemplo é a região de Alphaville, Santana de Parnaíba e Aldeia da Serra com suas inúmeras ladeiras, parques e passeios em meio ao verde da região.

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Faça do seu um filho um aventureiro:

  • Como preparar a criança para caminhada? Se você (como eu) acha importante que seu filho tenha uma vida com atividades ao “ar livre” comece explorando – a pé – seu próprio bairro. Vá até o parque a pé, passeei de bicicleta, descubra seu bairro e suas as árvores, pássaros, insetos e formigas que vivem seu redor, enfim, crie aventuras próximas de casa para que a criança vá se habituando e desenvolvendo a curiosidade e resistência física para outras aventuras.
  • O que levar? Em geral, não precisa levar nada. Se a criança é muito pequena leve os apetrechos básicos, um pouco de brinquedo para distrair, mas a idéia central é que acriança possa sentir prazer em caminhar ao lado dos pais, nem que seja para dar uma volta dentro do parque.
  • O que fazer? Na seção Diversão para a garotada há diversas de dicas de brincadeiras e atividades, mas vele desde observar os pássaros, tentar descobrir para onde vão as formigas, até (no caso de crianças maiores) o que tem do outro lado do parque, dá montanha, ou do lago, o importante é perceber o interesse da criança e criar desafios compatíveis com sua idade e resistência física.
  • Finalmente, com que idade começar? Pode parecer simples a pergunta, mas não é, porque depende muito do perfil de “segurança” dos pais e do modo de criação, mas nosso filho fez sua primeira viagem aos 12 dias e sua primeira caminhada aos 8 meses (a bordo de canguru, é claro) , mas podemos dizer que desde que nasceu já fazia aventuras, mesmo que dentro do seu carrinho de bebê.

Essa questão de segurança é um assunto muito discutido entre pais e especialistas, já que não há como definir o que é seguro e bom para todos, pois cada família tem sua forma de ver, vivenciar e definir o que é seguro.

O que podemos definir é que o bom senso é a forma mais segura de introduzir as crianças em caminhadas, mas a regra geral é a seguinte:

  1. De 0 à 4 anos: Caminhas dentro de parques urbanos, no bairro em que mora, sítios, fazendas, sempre acompanhadas bem de perto pelos pais.
  2. De 4 à 8 anos: Acantonamentos e caminhadas maiores dentro de parques como o Ibirapuera, Cantareira (SP), a Tijuca, Urca (RJ), e outras pequenas aventuras em áreas verdes.
  3. De 8 à 12 anos: Trilhas de um dia (5km) já são possíveis e acampamentos de final de semana são os mais indicados.
  4. De 12 à 15 anos: Caminhadas médias (10km) e pequenas competições, escalada outros esportes “ao ar livre”.
  5. De 15 à adulto: Agora ninguém segura mais essa turma, pois possuem resistência física, determinação e um espírito desbravador típico da idade, nesse período o mais importante é o desenvolvimento das noções de segurança, para evitar acidentes mais graves.

image_thumb[8] Um caso interessante é o do garoto americano Jordan Romeiro, que se tornou a pessoa mais jovem a fazer o cume do Aconcágua (caminhada em alta montanha pesada até para pessoas bem experientes) e a disputar a corrida (contra quem é outra história) para conquistar os 7 cumes mais alto do mundo, entre eles o Everest. Jordan diz que o incentivo dos pais foi fundamental para conquistar as montanhas e passar a gostar dessa modalidade de alpinismo. – por Levi Rodrigues

Dica de site: Casinha na Árvore

por Levi Rodrigues

Recentemente descobri o Casinha na Árvore, um site voltado para a educação ambiental de crianças através de atividades criadas com produtos simples e reciclados utilizados no dia a dia.

O pessoal de lá também mantem um blog recheado de brincadeiras muito criativas para fazer com a criançada  quando estiver em parques ou em passeios ao “ar livre”.

Abaixo reproduzo o  post Barquinhos à vela! que de maneira muito simples mostra como é possível desenvolver o senso de direção, vento, física e localização nas crianças com uma simples regata de barquinhos a vela feitos a mão.

Aproveite e não deixe de visitar o Casinha na Árvore e seu  blog!

O bosque da Casinha na Árvore fica em um morrinho, que é um pouco mais alto que as casas que estão a nossa volta. Por aqui, a gente vê as árvores se chacoalharem bastante quando bate o vento, como não tem muita construção, ele sopra mais forte.

Até fiz uma biruta um dia desses, lembram? Era pra conseguir saber da onde ele estava vindo!

Vocês sabem o que é o vento? Ontem durante a aula de geografia, a professora explicou que o vento é um fenômeno meteorológico formado pelo movimento do ar na atmosfera.

Ele é produzido por fenômenos naturais como os movimentos da Terra. Foi ela que me disse que em lugares mais altos, como no topo de montanhas e morros, o vento é mais forte.

Esse fenômeno é muito importante pra gente, porque é ele que vai ajudar a dispersar os poluentes e também pode gerar energia!

Já viram que demais aqueles cataventos gigantes? É a energia eólica, por meio da força do vento, a gente pode produzir energia pra ascender uma lâmpada! Muito legal! E não polui. O vento também é usado para mover os barcos à vela! E aí é que entra nossa experiência!

Pra gente observar a força do ar em movimento e brincar com as suas direções, vamos criar uma regata de barquinhos! Para criar o barquinho, vale usar de tudo e muita imaginação.

Aqui, eu o Toró e a Clarinha criamos desde jangadas com palito de sorvete e vela de folha de árvore até simples barquinhos de jornal. O importante é criar barquinhos que flutuem bem e com uma boa vela! Vamos testar!

A gente tem que entender como funciona o equilíbrio e que material vai deixá-lo mais leve. Só não vale usar barco que vem prontinho! O mais legal é a hora de montar com o que temos por perto! Viram os nossos?

Depois de prontos, a gente vai precisar de uma travessa grande com água, uma bacia, o que a gente tiver pra brincar! O seu barquinho tem que ganhar a competição sem você colocar a mão, certo? Vale soprar, abanar com o papel, com uma folha! Ele não pode tombar, hein? Vamos ver quem constrói um barco bem legal!

Chame seus amigos e boa brincadeira pra todo mundo! Bons ventos!

Praias: 5 dicas para que a criança perca o medo de entrar na água.

por Levi Rodrigues

Para quem mora nessa selva de pedra, ir à praia (mesmo que ela esteja a menos de 50km de SP) é um evento, ainda mais quando o filhote nunca viu o mar.

Recentemente resolvemos aproveitar uma viagem de negócios ao Guarujá e juntamos trabalho e família e lá fomos nós levar o Thomas para ver pela primeira vez o mar, em um típico dia de semana onde quase não havia gente na praia.

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Foi um momento de grandes expectativas, pois não tínhamos nenhuma referencia sobre como seria sua reação à água do mar e a praia em si.

Para nossa surpresa ele reagiu super bem, não estranhando nada, inclusive se dirigindo rapidamente ao mar, seguindo o típico som das ondas.

Podemos dizer que foi um sucesso sua primeira incursão à praia, mas isso foi devido a uma serie ações que começamos a tomar meses antes. Vamos às dicas!

  1. Quando estiver em casa, acostume a criança com água em movimento, seja no chuveiro ou mesmo na banheira, simulando pequenas ondas.
  2. Deixe a criança engatinhar em pisos bem diferentes e se tiver oportunidade de ir à parques ou ao campo, não tenha medo de colocá-lo para engatinhar na terra.
  3. Prepare algumas brincadeiras para fazer na praia, como enterrar, construir casinha, castelinhos para que ele possa desmontar, cavar buracos, engatinhar/correr para pegar alguma coisa.
  4. Leve seus brinquedos prediletos à praia.
  5. Não vá para o mar diretamente, deixe a criança se acostumar com a areia do mar primeiro.

Outras dicas legais:

  • Proteja sua criança do sol, com bonés, protetores solares (2 horas antes,e depois de 2 em 2 horas) e evite os horários mais quentes do sol, dás 11 às 16h.
  • Cuidado com praias contaminadas ou que tenham esgoto próximo.
  • Atente a lixo espalhado pelo chão, objetos que possam machucar seus pezinhos.
  • Verifique se não há fezes de animais domésticos próximos ao local onde está criança.
  • Apenas para reforçar. Nunca deixe seu filho pequeno ou grande desacompanhado em uma praia – ou local público – para evitar afogamentos, raptos, etc..
  • Manter a criança sempre hidratada.
  • Outra dica bacana é – Nós levamos uma pequena piscina inflável para que ele pudesse brincar perto da gente sem se preocupar com as ondas do mar, fez o maior sucesso.

Música e crianças: Uma relação sempre positiva

Música e crianças é um assunto que sempre me interessa muito. O fato é, a música está sempre presente em nossa casa e desde que o Thomas nasceu damos uma atenção muito especial ao assunto.

Recentemente li o post Despertar: o bebé e a música do blog Família (Portal Sapo de Portugal) sobre as fases do desenvolvimento musical na criança e o engraçado é que já vivenciamos isso aqui em casa.

Música Bebê Fone

É sabido que o bebê desenvolve a audição bem no inicio da gestação e muito da ligação com os pais vem através do que ele ouve e os sentimentos relacionados à esse som. O Thomas desde a gestação escutou muito música, um dos motivos é que mãe era regente musical de um coral infantil na época, então, dava para sentir quando a música o acalmava ou o irritava, através dos movimentos que fazia na barriga.

Dez meses depois do seu nascimento, continuamos a cantar para ele. Para exemplificar melhor, cantamos para ele uma cantiga todos os dias ao acordar e assim que começamos a cantar abre aquele sorriso.

Durante o dia, criamos algumas brincadeiras musicais para fazer com ele, algumas ajudam a melhorar seu humor, outras favorecem seu desenvolvimento motor e ainda sua aptidão musical, além de presenteá-lo com alguns brinquedos musicais, como uma cornetinha com vários botões e sons (aja paciência para agüentar ele apertando a tecla para ouvir mesma música varias vezes seguidas).

Dessa forma, é só colocar alguma música ou programa com bastante música que ele logo ele se acalma e passa a prestar atenção na fonte musical.

Outro fator interessante é em viagens. Para distrai-ló passamos a cantar durante alguns trechos mais longos, onde fica difícil parar a cada duas horas e tem funcionado bastante essa técnica, pois ele se distrai com a mamãe e geralmente acaba dormindo logo depois, nos dando tempo para achar um local mais adequado para ele acordar e brincar um pouco.

Mas o que mais gosto na música é possibilidade de associar momentos (bons ou ruins), sentimentos e pessoas com uma determinada melodia ou música.

Portanto quanto antes nos tornamos uma família musical, mas memórias musicais serão acrescentadas as músicas e melodia que escutamos, favorecendo lembranças mais fortes desses momentos.

Dicas para vincular músicas à momentos:

  1. É claro que de nada adianta ouvirmos música se não gostarmos dela, por isso, descubra quais são suas músicas prediletas para escutar junto com a família, mas lembre-se da influencia que a música exerce sobre o ser humano, por exemplo, se você gosta de um estilo mais arrojado, com músicas muito rápidas e nervosas como bandas punks e rock pesado ou mesmo músicas depressivas e ouvi-las com frequência na presença de crianças, devem saber que elas absorverão tudo o que há nessas músicas, seja para ficarem mais nervosas ou mais depressivas.
  2. Acostume-se a criar músicas com histórias para que a crianças entendam a letra e assimilem ao momento.
  3. Crie momentos em que cada um possa cantar sua parte
  4. Cantem em família.
  5. Em viagens, cantem músicas relacionadas ao objetivo, por ex. se vão a praia, músicas que contenham assuntos relacionados ao mar, etc.
  6. Façam jogos e competições musicais.
  7. Descubra os sons dos mais variados objetos e analisem eles: Sons graves, agudos, etc.

Cinta MusicalOutra dica bacana que esperamos que chegue logo ao Brasil (pelo menos para o próximo bebê) é a idéia do estudante canadense Geof Ramsay que criou uma cinta musical batizada de B(I)aby para que a mãe possa ligar um aparelho de MP3 e a cinta transforma a música em vibrações que acalma a criança.

Sempre pensei nisso e me perguntava! Será que se colocar um fone de ouvido (daqueles grandes) na barriga da mamãe para que a criança possa escutar música mais atentamente e será ajudaria no desenvolvimento?

Acho que minha pergunta foi respondida por esse estudante. – por Levi Rodrigues

Escalada: Crianças também podem

Escalar parece uma atividade muito distante da realidade infantil, mas ao contrário do que se imagina, cada vez mais crianças tem contato com o mundo da escalada, através de cursos, atividades Extracurriculares e em academia de escalada.

Escalada Infantil

Nas principais cidades com São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Belo horizonte há diversas academias de escalada, algumas inclusive com monitores treinados para atender a criançada ou podemos fazer como o casal acima, que optou por colocar uma pequena “cave” na sala do apartamento.

Além dos benefícios de oferecer uma atividade diferente, a escalada proporciona a criança um melhor desenvolvimento da Força física, Resistência, Flexibilidade, Equilíbrio, Raciocínio Lógico, Relacionamento Interpessoal, Coragem e Concentração.

Fonte: De tudo um pouco

Utilizando o Meio Ambiente no desenvolvimento da criança

O período de 8 à 14 meses tem grande importância para o desenvolvimento da criança, isso porque fundamentos educacionais básicos precisam ser desenvolvidos e estimulados nesse período.

A criança pode não aprender coisas muito complexas, mas precisa aprender pequenos detalhes que serão pré-requisitos para atividades mais elaboradas no futuro. São pedacinhos de experiências que se juntarão para formar um todo.

Uma criança dessa idade não vai aprender a fazer uma caminhada, ou a forma adequada de preservar a natureza, mas pode aprender a desfrutar desses momentos com alegria e entusiasmo, aprendendo a valorizar e desfrutar do que a natureza nos oferece.

Bebes e folhas

Nós pais, temos o dever de ajudar nossas crianças a aprender através de experiências adequadas a ter prazer, preservar e desfrutar dessa maravilha.

Os pais devem ter em mente três funções principais para se trabalhar com o pequenino:

  • Planejar as experiências para que estas possam enriquecer o mundo da criança;
  • Proteger, assistir e atender às suas necessidades;
  • Estabelecer limites, servindo como fonte de disciplina.

Trago como exemplo meu filho que hoje tem 8 meses. Como disse anteriormente ele gosta muito de plantas e em minha sala tem um vaso grande de lírio da paz. Ele está na fase de se arrastar e engatinhar pela sala, e como não podia ser diferente o que ele mais gosta de fazer é se aproximar do vaso e puxar as folhas.

Como não tem controle total de sua força logo estas são arrancadas. Todos os dias tenho que dizer que não pode puxar a plantinha. Observei outro dia ele se aproximando da planta e levando a mãozinha perto da folha e a trazendo de volta. Fez isso por várias vezes até que não conseguiu resistir e a pegou.

Como proporcionar então, momentos em que crianças tão pequenas possam ter contato (e nessa fase, o contato é mão e boca) com plantas:

  1. Leve seu filho para brincar na grama. São momentos onde podemos observar a reação de nossos filhos em relação texturas diferentes, antes não vividas por eles. Posso dizer que para nosso filho foi uma experiência rica, onde ele podia sentir a grama entre os dedinhos. Obs. Não deixe que ele fique sozinho, pois pode ingerir.
  2. Leve seu filho para tocar nas árvores. Nessa fase a criança já fica durinha e pode ser colocada de “cavalinho” no adulto. Segure-o de forma que ele possa tocar nas folhas de diferentes árvores proporcionando texturas diferentes, e aproveitando o aconchego do “cavalinho” do papai ou da mamãe.
  3. Faça um Piquenique. Porque não escolher um lugar como Pedra Bela (SP) para fazer um piquenique onde estes pequeninos possam sentir um ventinho mais forte, as pedras duras e rígidas e tantos outros “verdes” que ele possa descobrir.

Vivenciar com a criança estes momentos faz com que adquiram mais experiências principalmente a do toque que é tão importante nessa fase e pensando também no futuro como adultos mais conscientes  do seu papel. (por Cris Diacov)

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