Parques Infantis: Como agir nesses locais

Parques infantis é um excelente opção para quem mora em grandes metrópoles ao invés dos shoppings centers para entreter a garotada. Sabemos que para as crianças é uma opção para lá de divertido, mas também uma oportunidade para a integração e experimentos com outras crianças.

Por exemplo, meu filho ao chegar em um parque perto da nossa casa, fica todo entusiasmado com a correria das outras crianças e logo se aproxima delas para tentar brincar junto. Mas para nós, pais , sempre há duas preocupações: Não sabemos quem são as outras crianças e temos receio das quedas que possam tomar.

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Pensando nisso sugiro algumas idéias do que fazer em sua próxima visita ao parque

  • Não vá muito tarde. Se o seu filho está cansado após um dia de escola ou qualquer outra circunstância,será bem provável que ocorra quedas ou outros tombos.
  • Se sua criança ainda não é capaz de levantar-se sozinha , preocupe em criar jogos próprios para a idade dela, sem que dependa de outras crianças. Também vá preparada para ajudar a coloca-lá no escorregador, balança e outros brinquedos.
  • Caso surja algum desentendimento entre seu filho e outra criança por conta de um brinquedo ou qualquer outo motivo, esteja atento para interferir, mas principalmente, para ensina-lo a interagir com as negativas e os conflitos. Explique o porque, tente convence-lo a “deixar para lá” e se for o caso à emprestar um  brinquedo ou trocar ou outro. Nesse momento o mais importante é evitar a agressão física, mas também ensinar como agir nessas situações e não apenas retira-lo da situação sem explicar o porque, já que nada vida adulta situações como essas não é possível  fugir ou pedir para que alguém nos retire de lá, e sim, teremos que enfrentar.
  • Se perceber que seu filho está com muita energia nesse dia, evite os parques e locais muito agitado, mas procure atividades mais contemplativas, como passeios a pé, observação, ou brincadeiras a dois.

Se conseguirmos escolher o lugar e a hora correta para irmos aos parques, poderemos fazer desses momentos, verdadeiras oportunidades de aprendizagem. – por Levi Rodrigues

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Caminhada com crianças: Com quanto anos começar?

Caminhar com crianças já é uma baita aventura, mas sempre me perguntam: Qual a melhor idade para começar a fazer caminhadas de aventura com crianças?

Geralmente quando me perguntam isso, ou é porque a pessoa quer fazer caminhadas maiores do que o indicado,  como trilhas em parques e montanhas ou porque já fez e não teve uma experiência agradável em caminhadas, o fato é, nenhuma das duas opções são as melhores  formas de se começar a fazer caminhada.

Minha resposta para essa pergunta é simples: Para onde você quer ir?

Isso porque fazer caminhadas de aventura com crianças, não necessariamente precisa ser uma com um alto nível de dificuldades, temos inúmeros exemplos de aventura próximas de São Paulo que não passam de 2 ou 3 km de distancia e sem quase nenhum desnível e que pode proporcionar “aventuras“ dignas para a maioria das crianças e adolescentes, um exemplo é a região de Alphaville, Santana de Parnaíba e Aldeia da Serra com suas inúmeras ladeiras, parques e passeios em meio ao verde da região.

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Faça do seu um filho um aventureiro:

  • Como preparar a criança para caminhada? Se você (como eu) acha importante que seu filho tenha uma vida com atividades ao “ar livre” comece explorando – a pé – seu próprio bairro. Vá até o parque a pé, passeei de bicicleta, descubra seu bairro e suas as árvores, pássaros, insetos e formigas que vivem seu redor, enfim, crie aventuras próximas de casa para que a criança vá se habituando e desenvolvendo a curiosidade e resistência física para outras aventuras.
  • O que levar? Em geral, não precisa levar nada. Se a criança é muito pequena leve os apetrechos básicos, um pouco de brinquedo para distrair, mas a idéia central é que acriança possa sentir prazer em caminhar ao lado dos pais, nem que seja para dar uma volta dentro do parque.
  • O que fazer? Na seção Diversão para a garotada há diversas de dicas de brincadeiras e atividades, mas vele desde observar os pássaros, tentar descobrir para onde vão as formigas, até (no caso de crianças maiores) o que tem do outro lado do parque, dá montanha, ou do lago, o importante é perceber o interesse da criança e criar desafios compatíveis com sua idade e resistência física.
  • Finalmente, com que idade começar? Pode parecer simples a pergunta, mas não é, porque depende muito do perfil de “segurança” dos pais e do modo de criação, mas nosso filho fez sua primeira viagem aos 12 dias e sua primeira caminhada aos 8 meses (a bordo de canguru, é claro) , mas podemos dizer que desde que nasceu já fazia aventuras, mesmo que dentro do seu carrinho de bebê.

Essa questão de segurança é um assunto muito discutido entre pais e especialistas, já que não há como definir o que é seguro e bom para todos, pois cada família tem sua forma de ver, vivenciar e definir o que é seguro.

O que podemos definir é que o bom senso é a forma mais segura de introduzir as crianças em caminhadas, mas a regra geral é a seguinte:

  1. De 0 à 4 anos: Caminhas dentro de parques urbanos, no bairro em que mora, sítios, fazendas, sempre acompanhadas bem de perto pelos pais.
  2. De 4 à 8 anos: Acantonamentos e caminhadas maiores dentro de parques como o Ibirapuera, Cantareira (SP), a Tijuca, Urca (RJ), e outras pequenas aventuras em áreas verdes.
  3. De 8 à 12 anos: Trilhas de um dia (5km) já são possíveis e acampamentos de final de semana são os mais indicados.
  4. De 12 à 15 anos: Caminhadas médias (10km) e pequenas competições, escalada outros esportes “ao ar livre”.
  5. De 15 à adulto: Agora ninguém segura mais essa turma, pois possuem resistência física, determinação e um espírito desbravador típico da idade, nesse período o mais importante é o desenvolvimento das noções de segurança, para evitar acidentes mais graves.

image_thumb[8] Um caso interessante é o do garoto americano Jordan Romeiro, que se tornou a pessoa mais jovem a fazer o cume do Aconcágua (caminhada em alta montanha pesada até para pessoas bem experientes) e a disputar a corrida (contra quem é outra história) para conquistar os 7 cumes mais alto do mundo, entre eles o Everest. Jordan diz que o incentivo dos pais foi fundamental para conquistar as montanhas e passar a gostar dessa modalidade de alpinismo. – por Levi Rodrigues

Praias: 5 dicas para que a criança perca o medo de entrar na água.

por Levi Rodrigues

Para quem mora nessa selva de pedra, ir à praia (mesmo que ela esteja a menos de 50km de SP) é um evento, ainda mais quando o filhote nunca viu o mar.

Recentemente resolvemos aproveitar uma viagem de negócios ao Guarujá e juntamos trabalho e família e lá fomos nós levar o Thomas para ver pela primeira vez o mar, em um típico dia de semana onde quase não havia gente na praia.

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Foi um momento de grandes expectativas, pois não tínhamos nenhuma referencia sobre como seria sua reação à água do mar e a praia em si.

Para nossa surpresa ele reagiu super bem, não estranhando nada, inclusive se dirigindo rapidamente ao mar, seguindo o típico som das ondas.

Podemos dizer que foi um sucesso sua primeira incursão à praia, mas isso foi devido a uma serie ações que começamos a tomar meses antes. Vamos às dicas!

  1. Quando estiver em casa, acostume a criança com água em movimento, seja no chuveiro ou mesmo na banheira, simulando pequenas ondas.
  2. Deixe a criança engatinhar em pisos bem diferentes e se tiver oportunidade de ir à parques ou ao campo, não tenha medo de colocá-lo para engatinhar na terra.
  3. Prepare algumas brincadeiras para fazer na praia, como enterrar, construir casinha, castelinhos para que ele possa desmontar, cavar buracos, engatinhar/correr para pegar alguma coisa.
  4. Leve seus brinquedos prediletos à praia.
  5. Não vá para o mar diretamente, deixe a criança se acostumar com a areia do mar primeiro.

Outras dicas legais:

  • Proteja sua criança do sol, com bonés, protetores solares (2 horas antes,e depois de 2 em 2 horas) e evite os horários mais quentes do sol, dás 11 às 16h.
  • Cuidado com praias contaminadas ou que tenham esgoto próximo.
  • Atente a lixo espalhado pelo chão, objetos que possam machucar seus pezinhos.
  • Verifique se não há fezes de animais domésticos próximos ao local onde está criança.
  • Apenas para reforçar. Nunca deixe seu filho pequeno ou grande desacompanhado em uma praia – ou local público – para evitar afogamentos, raptos, etc..
  • Manter a criança sempre hidratada.
  • Outra dica bacana é – Nós levamos uma pequena piscina inflável para que ele pudesse brincar perto da gente sem se preocupar com as ondas do mar, fez o maior sucesso.

ZooParque: Um zoológico diferente

Recentemente estivemos em um zoológico muito diferente – pelo menos para mim –, o ZooParque de Itatiba.

Quando ouvi falar que havia um zoológico em Itatiba em que animais ficavam soltos, fiquei surpreso, e me perguntei. Porque nunca ouvi falar dele? Então num domingo de abril resolvemos conferir como era.

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Em uma área de 5000.000 m2, numa antiga fazenda e com uma diferença muito grande de outros zoológicos, aqui os animais não ficam em jaulas, ou seja, nada de locais pequenos ou artificiais e sim um ambiente semi-natural, com grandes áreas verdes, separados apenas por uma cerca, o que confere ao passeio muito mais personalidade.

A primeira atração é o aviário (parecido com o do parque das aves em Foz do Iguaçu) com diversas aves, depois através de trilhas (3km) ou caminhos pavimentados somos levados a centenas de animais do mundo inteiro como zebras, elefantes, rinocerontes, onças, a maioria livres em áreas verdes enormes.

E no final ainda pudemos ver um formigueiro por dentro, um serpentário, varias espécies de macacos brincalhões, enfim, um belo passeio para um domingo.

Após o passeio, há uma lanchonete, um restaurante por quilo e uma lojinha de artesanato para quem não consegue voltar para casa sem uma lembrancinha.

Dicas:

  1. Leve água na mochila, pois no caminho não muitas opções de bebedouros
  2. Evite levar carrinhos de bebê, opte pelo canguru para crianças que ainda não andam, pois a trilha é bem acidentada e os carrinhos não muito práticos nessa hora. Nós levamos e nos arrependemos – Ainda bem, que também levamos o canguru.
  3. Use e abuse dos protetores solares
  4. Em dias de sol e chuva, leve proteções como bonés, óculos de sol e capas de chuva.

Fique Esperto!

Zoo e Guaruja 025 O Zooparque (11 3323- 6214), em Itatiba (SP). Acesso pela Rodovia Dom Pedro, km 95,5.

O Ingresso custa R$20,00 para adultos e R$10,00 para crianças entre 13 e 12 anos. Adultos acima de 60 anos, estudantes e professores, pagam meia entrada.

Escalada: Crianças também podem

Escalar parece uma atividade muito distante da realidade infantil, mas ao contrário do que se imagina, cada vez mais crianças tem contato com o mundo da escalada, através de cursos, atividades Extracurriculares e em academia de escalada.

Escalada Infantil

Nas principais cidades com São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Belo horizonte há diversas academias de escalada, algumas inclusive com monitores treinados para atender a criançada ou podemos fazer como o casal acima, que optou por colocar uma pequena “cave” na sala do apartamento.

Além dos benefícios de oferecer uma atividade diferente, a escalada proporciona a criança um melhor desenvolvimento da Força física, Resistência, Flexibilidade, Equilíbrio, Raciocínio Lógico, Relacionamento Interpessoal, Coragem e Concentração.

Fonte: De tudo um pouco

Programa Criança Ecológica lança a Villa Ambiental

Com uma proposta inovadora de educação ambiental, o Programa Criança Ecológica visa sensibilizar as crianças e despertar nelas atitud,es capaz de contribuir para a melhoria da qualidade de vida e do meio ambiente.

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Seguindo as agendas ambientais nas cores azul (água), verde (fauna e flora), cinza (poluição) e amarela (aquecimento global e educação para a vida), cinco espaços na capital – Parque Villa Lobos; Parque Ecológico do Guarapiranga; Parque Zoológico; Jardim Botânico e Pomar Urbano – foram escolhidos para colocar as crianças em contato com a natureza e os questionamentos que existem ao seu redor.

Além disso, para atender com mais facilidade as escolas do interior do Estado, 26 Unidades de Conservação disponibilizarão uma programação específica para o Criança Ecológica. Um Parque Ecológico em Campinas, um Bosque Municipal em Ribeirão Preto e a Estação Ciência da USP, na capital, também sediarão atividades do Programa.

Para preparar as crianças antes das visitas, os professores terão acesso a materiais didáticos com conteúdos que tratam a temática de cada agenda. Após a visita, as crianças receberão um livro intitulado “Criança Ecológica – Sou dessa turma” – e poderão fazer download das atividades e materiais pedagógicos disponíveis no site do Programa. Um CD e um DVD de animação com a turma “Criança Ecológica” estão em fase de produção e vão servir como material de apoio nas escolas.

Apesar da faixa etária limitada, a visitação dos espaços do programa Criança Ecológica será permitida aos finais de semana para o público em geral.

Serviço

Evento: Lançamento do Programa Criança Ecológica e do espaço Villa Ambiental
Data: 19/03/2009
Horário: 11 horas
Local: Parque Villa Lobos – Av. Professor Fonseca Rodrigues, 2001
Alto de Pinheiros – São Paulo – SP

fonte: Portal do Governo do Estado de São Paulo

Discutindo sustentabilidade com crianças

Ontem assisti ao vídeo “Sacolas Plásticas” postado no blog Ombusdmãe. O vídeo me impressionou muito, relembrando a idéia de que precisamos nos preocupar cada vez mais com a consciência ambiental de nossos filhos.

Sacolas Plásticas: Uma responsábilidade Sócio Ambiental de cada um.

Vídeos como esse reforçam a necessidade urgente de uma mudança em nossos hábitos, sejam eles, pequenas ações no dia-a-dia, como um banho mais demorado ou hábitos mais impactantes como a despreocupação no descarte de pneus, baterias ou a despreocupação no uso de sacolas plásticas para quase tudo o que compramos.

Sabemos das dificuldades de viver de maneira sustentável em grandes cidades, ainda mais quando se vive em uma megalópole como São Paulo.

Bebês e crianças aprendem principalmente com as ações e atitudes dos pais, portanto se um pai costuma jogar o lixo na rua, logo a criança fará o mesmo e terá a consciência que essa ação está correta.

Algumas atitudes podem ser assimiladas desde bebê. Aproveito o tema para listar 5 ações que favorecem a educação ambiental das crianças e  são adotadas em nossa casa.

  1. Na hora do Banho: Se o bebê vai tomar banho com o pai (ou a mamãe) no chuveiro, atente à duração do banho.
  2. Na educação: Lixo é lixo. Seja no carro ou em casa, o ato de ensinar a criança a jogar lixo no local correto é sempre uma festa. Crie jogos que incentive essa ação.
  3. Com os dejetos humanos: Nós optamos por usar as fraldas descartáveis tradicionais, mas sempre há um planejamento no consumo. Nosso filho costuma fazer cocô logo após as mamadas, com isso já ficamos atentos e aos primeiros “sinais” o colocamos em seu “troninho”. Nossa experiência tem sido muito satisfatória, pois com 8 meses e meio já está fazendo cocô naturalmente no vaso sanitário.
  4. Consumo consciente: Quando começamos a planejar o quarto e os demais objetos do Thomas, não nos incomodamos em comprá-los usados. Essa atitude resultou em uma considerável economia financeira na compra da poltrona de amamentação, brinquedos e outros objetos, além de reutilizar produtos já não utilizados por outras pessoas.
  5. Na alimentação: Minha esposa optou por usar o mínimo de alimentos industrializados possíveis,  a sopinha é feita em casa e armazenada em recipientes de vidro no freezer, proporcionando uma alimentação mais saudável e barata. Também preferimos incentivar o consumo de frutas e legumes desde que passou a ingerir alimentos mais sólidos (aos 6 meses). Essa atitude requer alimentos frescos que são comprados semanalmente e  utilizamos o mínimo de sacolas plásticas para o transporte. Compramos em feiras próximas a nossa residência.

animalssavetheplanet.com E já que estamos discutindo o tema Educação Ambiental, vídeos como o acima além de auxiliar na conscientização das crianças através de uma maneira divertida e acessível também permite que os pais discutam com as crianças a responsabilidade de seus atos, já que no filme, o ato coletivo de jogar fora as sacolas plásticas causa a morte do filhote de leão.

Outra boa opção são os pequenos vídeos da Animal Save the Planet. São vários temas abordados de maneira ‘clean’ e divertida. Já o site EcoKids dentro do portal UOL permite a interatividade das crianças com  tópicos como: Preserve os bichos, Receitinhas e Salve o planeta. (por Levi Rodrigues)

Estação Natureza: Passeando com crianças em SP

Sábado passado fomos conhecer a Estação Natureza. Um projeto criado em parceria com a Fundação O Boticário de Proteção à Natureza e Estação Ciência da Universidade de São Paulo (USP), instalada em cinco vagões de trem, distribuídos em 100 metros de trilhos.

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Um passeio muito interessante para se fazer na cidade, num sábado. Fomos visitá-lo com nosso filho de 8 meses que teve a oportunidade de “passear” pela natureza brasileira. São vagões muito bem montados, com qualidade sonora e visual de primeira, além das texturas, temperaturas e cheiros característicos de cada lugar.

O “pequenininho” não sabia pra onde olhar, encantou-se com a projeção feita no chão com imagens coloridas da fauna e flora e teve a oportunidade de sentir várias texturas de árvores e cacto, e ficava “buscando” de onde vinham os sons dos pássaros.

Vale a pena conferir!

Estação Natureza São Paulo

  • Inauguração: 10 de fevereiro – exposição permanente
  • Local: Estação Ciência
  • Endereço: Rua Guaicurus, 1394, Lapa (próximo ao Shopping da Lapa e Mercado Municipal da Lapa)
  • Horário de funcionamento: terça à sexta-feira, das 8h às 18h; sábados, domingos e feriados, das 9h às 18h. Fecha nos feriados de segunda-feira
  • Ingressos: R$ 2 (menores de 6 anos, maiores de 60 anos, portadores de necessidades especiais com um acompanhante, professores, comunidade USP não pagam). A entrada é gratuita no primeiro sábado e terceiro domingo de cada mês.

Mais informações: www.fundacaooboticario.com.br e www.eciencia.usp.br

Utilizando o Meio Ambiente no desenvolvimento da criança

O período de 8 à 14 meses tem grande importância para o desenvolvimento da criança, isso porque fundamentos educacionais básicos precisam ser desenvolvidos e estimulados nesse período.

A criança pode não aprender coisas muito complexas, mas precisa aprender pequenos detalhes que serão pré-requisitos para atividades mais elaboradas no futuro. São pedacinhos de experiências que se juntarão para formar um todo.

Uma criança dessa idade não vai aprender a fazer uma caminhada, ou a forma adequada de preservar a natureza, mas pode aprender a desfrutar desses momentos com alegria e entusiasmo, aprendendo a valorizar e desfrutar do que a natureza nos oferece.

Bebes e folhas

Nós pais, temos o dever de ajudar nossas crianças a aprender através de experiências adequadas a ter prazer, preservar e desfrutar dessa maravilha.

Os pais devem ter em mente três funções principais para se trabalhar com o pequenino:

  • Planejar as experiências para que estas possam enriquecer o mundo da criança;
  • Proteger, assistir e atender às suas necessidades;
  • Estabelecer limites, servindo como fonte de disciplina.

Trago como exemplo meu filho que hoje tem 8 meses. Como disse anteriormente ele gosta muito de plantas e em minha sala tem um vaso grande de lírio da paz. Ele está na fase de se arrastar e engatinhar pela sala, e como não podia ser diferente o que ele mais gosta de fazer é se aproximar do vaso e puxar as folhas.

Como não tem controle total de sua força logo estas são arrancadas. Todos os dias tenho que dizer que não pode puxar a plantinha. Observei outro dia ele se aproximando da planta e levando a mãozinha perto da folha e a trazendo de volta. Fez isso por várias vezes até que não conseguiu resistir e a pegou.

Como proporcionar então, momentos em que crianças tão pequenas possam ter contato (e nessa fase, o contato é mão e boca) com plantas:

  1. Leve seu filho para brincar na grama. São momentos onde podemos observar a reação de nossos filhos em relação texturas diferentes, antes não vividas por eles. Posso dizer que para nosso filho foi uma experiência rica, onde ele podia sentir a grama entre os dedinhos. Obs. Não deixe que ele fique sozinho, pois pode ingerir.
  2. Leve seu filho para tocar nas árvores. Nessa fase a criança já fica durinha e pode ser colocada de “cavalinho” no adulto. Segure-o de forma que ele possa tocar nas folhas de diferentes árvores proporcionando texturas diferentes, e aproveitando o aconchego do “cavalinho” do papai ou da mamãe.
  3. Faça um Piquenique. Porque não escolher um lugar como Pedra Bela (SP) para fazer um piquenique onde estes pequeninos possam sentir um ventinho mais forte, as pedras duras e rígidas e tantos outros “verdes” que ele possa descobrir.

Vivenciar com a criança estes momentos faz com que adquiram mais experiências principalmente a do toque que é tão importante nessa fase e pensando também no futuro como adultos mais conscientes  do seu papel. (por Cris Diacov)

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