Passeios: Sabina – Escola Parque do Conhecimento

Recentemente levamos o Thomas ao Sabina: Escola Parque do Conhecimento, em Santo André/SP (ABC Paulista). Um passeio indicado para crianças maiores de 4 anos, mas que para ele foi pura diversão!

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O Sabina é um parque temático com 11.000 metros, inaugurado em 2007, aos moldes da Estação Ciência de São Paulo, com atrações que englobam conhecimentos – e experimentos – básicos de física, meio ambiente e astronomia, com a diferença de ser bem mais lúdico (talvez por ser mais novo!) do que seus semelhantes e possuir um pinguinário com 15 pinguins recém chegados.

Nem preciso dizer que é um passeio adorável e divertidíssimo para a garotada, principalmente os mais novos.

Há diversas atrações no parque como:

  • Um circuito bem escuro que simula a criação do universo através de vários pontos no trajeto.
  • Um local onde podemos passar a mão em pequenas arraias. Isso é fantástico!
  • O aquário bem grande com vários pinguins.
  • Uma enorme réplica de um dinossauro Tyrannosaurus Rex, com direito a sons e urros.
  • Uma boneca gigante que simula o trajeto do alimento dentro do corpo humano.
  • Um simulador de “Nave espacial” que faz uma viagem pela mata atlântica e uma visita virtual a “Laje de Santos”.
  • Um serpentário em que as crianças podem passar por dentro através de um pequeno corredor e observar de vários ângulos as serpentes.
  • No andar superior há inúmeros experimentos de ciências, que simulam as leis da física, de eletricidade, ótica. Vários microscópios, até aquela bola que faz levantar os cabelos, além de vários brinquedos musicais.
  • Há uma seção só para temas ambientais, com uma réplica de uma cidade e seus problemas como poluição, desmatamento, animais ameaçados, etc..

Outra atração à parte é o simulador de condições climáticas. Uma boa brincadeira que simula furacões, erupções vulcânicas, terremotos, calor e frio, tudo isso recheado e interatividade que chega a te molhar, balançar, sentir frio e calor.

Do lado externo há vários brinquedos com princípios científicos como balanças, sistemas de polias, bolhas de sabão, energia, dentre outros.

Apesar do objetivo do parque ser para crianças maiores, há uma seção bem especifica para os menores, com jogos, de encaixe, túneis, aparelhos sonoros e até um enorme labirinto, portanto caso seu filho seja muito pequeno, pode levar seu filhote que não haverá problemas. Ele também irá se divertir!

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Dicas:

  1. Vá com tempo, nosso passeio demorou quase 4 horas.
  2. Uma mochila com o Kit de sobrevivência para pais, vai bem nesse passeio.
  3. Se for com crianças pequenas, leve seu carrinho, pois no fraldário há disponível apenas 2 carrinhos de bebê (pelo menos foi o que vi) .
  4. Leve lanches para as crianças e para os papais. Não sei porque, mas não há uma cantina, apesar de haver uma estrutura pronta para isso no local, só que não está funcionando.
  5. O Shopping ABC está bem próximo, ideal para almoçar após o passeio.

Serviço: Sabina Escola Parque do Conhecimento

clip_image002Horário: terça-feira a sexta-feira, das 8h30 às 19h30, somente para escolas com visita agendada; nos finais de semana é aberta ao público das 9h às 17h30.
Endereço: Rua Juquiá, s/nº – Bairro Paraíso – Santo André – SP – Telefone: 0800 0191944
Ingresso: entrada gratuita para alunos e professores das Escolas Municipais de Santo André, para menores de cinco anos e portadores de necessidades especiais. Para demais visitantes, o ingresso é R$ 10,00. Estudantes, professores, servidores públicos da cidade, aposentados e idosos acima das 65 anos pagam meia-entrada.

Parques Infantis: Como agir nesses locais

Parques infantis é um excelente opção para quem mora em grandes metrópoles ao invés dos shoppings centers para entreter a garotada. Sabemos que para as crianças é uma opção para lá de divertido, mas também uma oportunidade para a integração e experimentos com outras crianças.

Por exemplo, meu filho ao chegar em um parque perto da nossa casa, fica todo entusiasmado com a correria das outras crianças e logo se aproxima delas para tentar brincar junto. Mas para nós, pais , sempre há duas preocupações: Não sabemos quem são as outras crianças e temos receio das quedas que possam tomar.

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Pensando nisso sugiro algumas idéias do que fazer em sua próxima visita ao parque

  • Não vá muito tarde. Se o seu filho está cansado após um dia de escola ou qualquer outra circunstância,será bem provável que ocorra quedas ou outros tombos.
  • Se sua criança ainda não é capaz de levantar-se sozinha , preocupe em criar jogos próprios para a idade dela, sem que dependa de outras crianças. Também vá preparada para ajudar a coloca-lá no escorregador, balança e outros brinquedos.
  • Caso surja algum desentendimento entre seu filho e outra criança por conta de um brinquedo ou qualquer outo motivo, esteja atento para interferir, mas principalmente, para ensina-lo a interagir com as negativas e os conflitos. Explique o porque, tente convence-lo a “deixar para lá” e se for o caso à emprestar um  brinquedo ou trocar ou outro. Nesse momento o mais importante é evitar a agressão física, mas também ensinar como agir nessas situações e não apenas retira-lo da situação sem explicar o porque, já que nada vida adulta situações como essas não é possível  fugir ou pedir para que alguém nos retire de lá, e sim, teremos que enfrentar.
  • Se perceber que seu filho está com muita energia nesse dia, evite os parques e locais muito agitado, mas procure atividades mais contemplativas, como passeios a pé, observação, ou brincadeiras a dois.

Se conseguirmos escolher o lugar e a hora correta para irmos aos parques, poderemos fazer desses momentos, verdadeiras oportunidades de aprendizagem. – por Levi Rodrigues

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Crianças e Aventuras: 6 Dicas para começar tudo do jeito certo.

Desde que o Thomas nasceu tenho descoberto o quão maravilhoso é ser pai. O fato de perceber a cada semana o desenvolvimento de uma criança é uma sensação única, pois mostra o quanto é especial o ser humano.

Contudo, desde que minha esposa anunciou que estava grávida, um rápido pensamento sempre passava em minha cabeça sobre o que aconteceria em minha vida após o nascimento do bebê – Será que não faria mais caminhadas? Será que ele se adaptaria a aventuras como às que fazia antes de nascer?

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Passado quase um ano desde seu nascimento pude perceber muita coisa, mas a principal, é que adaptação da nossa família foi super tranqüila.

Abaixo separei 6 dicas que pude perceber que ajudou muito em nossa adaptação, algumas mais concretas outras mais subjetivas e que podem ser adequadas a realidade da maioria das pessoas.

  1. Faça que à aventura seja normal na vida da criança. Acho que essa é a principal dica, pois passa a fazer parte da cultura família, portanto se a criança crescer em um ambiente onde acampar, fazer caminhadas, viajar for algo normal, logo ela terá o mesmo prazer que seus pais e saberá desde crianças distinguir o certo do errado, através da vivência.
  2. Tenha com que sua aventura seja confortável e divertida. Outra dica fundamental, de nada adianta acampar se as lembranças da criança forem de algo desconfortável e chato. Nas lojas especializadas é possível comprar todo o equipamento para camping e caminhada que imaginas, desde sacos de dormir infantil, há botas, passando por jaquetas impermeáveis e roupas próprias para o frio. Não se esqueça de criar um ambiente cheio de brincadeiras e passeios.
  3. Vá de devagar. Se você estava acostumado a andar 15km por dia (a pé) ou 700km (de carro) reduza esse ritmo pela metade, para que a criança possa se acostumar e para que você dedique tempo suficiente às suas necessidades.
  4. Priorize as atividades em família e não a sua predileta. Troquei aquelas travessias de 60km e de vários dias por pequenos passeios tipo “bate volta”. Foi minha melhor decisão. Nesse período o Thomas já esteve em Monte Verde, Guarujá, Atibaia, Paraty, inúmeros parques em São Paulo e arredores e é perceptível sua admiração pelas árvores ao vento, folhas e flores e claro, terra e barro.
  5. Não se esqueça de quem é! No tópico acima citei a importância de valorizar as atividades em família, mas isso não que dizer que deva deixar todo seu potencial de lado e esquecer quem é. Planeje em família quais serão as aventuras que devem ser feitas em família e as que serão sem as crianças para que todos possam continuar a desfrutar de suas modalidades predileta.
  6. Otimize as viagens. Uma viagem com criança nem sempre é uma tarefa fácil, mas um bom planejamento pode evitar diversos problemas, até já citamos em diversos posts aqui no blog como lidar em situações de emergência ou dicas para o que fazer dentro do carro, mas podemos resumir tudo em quase apenas uma palavra – Planejamento. Planeje à viagem nos menores detalhes, dando importância para alimentação, paradas, segurança e diversão.

Outdoor Class: Como ensinar as crianças a observar o céu.

Recente li o post Observando as estrelas! do site Casinha na Árvore, que me inspirou a escrever esse, talvez porque tenha ótimas lembranças de quando ficava analisando o céu.

Observar o céu e as estrelas é um costume cada vez mais raro entre adultos e consequentemente entre as crianças, o máximo que podemos ver é quando uma família viaja para o interior e quando vê o céu limpo e aquele monte de estrelas, diz: – “Olha que céu limpo. – Olha quantas estrelas”, mas fica só nisso.

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Me lembro de inúmeras noites que passei “bivacando” (acampar sem barraca) em montanhas tentando decifrar as constelações e estrelas que podia enxergar, auxiliado com um simples mapa do céu, que antigamente vinha encartado na revista Super Interessante.

Com isso acabei desenvolvendo uma certa afeição aos assuntos relacionados ao céu, estrelas, navegação e constelações.

Então por onde começar? A dica mais fácil é – visite com seus filhos os planetários que há em São Paulo e cidades próximas, como:

Lá além de baita aula sobre o assunto, poderá proporcionar à seus filhos uma idéia de como funciona o sistema solar, estrelas, constelações e princípios básicos (que muitos adultos não conhecem) sobre orientação, também pode fazer cursos gratuitos, como é o caso do Ibirapuera ou assistir seções mais especificas sobre determinados assuntos.

Depois, prepare uma viagem e aproveite para colocar seus conhecimentos em prática. É claro que essa atividade pode  – e deve – ser interessante para a família toda, então comece a preparar a atividade em casa, veja como:

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  1. Imprima um Mapa do Céu, da cidade de onde pretende observar (veja um exemplo do céu de Monte Verde/MG)
  2. Procure um local distante das cidades e com poucas luzes (se não for em um sítio ou local conhecido, visite durante o dia para ver as condições de segurança e mobilidade).
  3. Tente acostumar os olhos a escuridão e às estrelas (geralmente após 20 min).
  4. Procure uma posição confortável (para mim é deitado dentro de um saco de dormir).
  5. Leve uma pequena lanterna (de preferencia com luz amarela).
  6. Comece a identificar os pontos cardeais (Norte, Sul, Leste, Oeste), veja os detalhes da lua, das estralas mais brilhantes ou procure o Cruzeiro do Sul.
  7. Depois de acostumado e utilizando o Mapa do Céu, comece a identificar as constelações. A forma mais fácil é achar um e depois ir procurando outras próximas dessa.

O Livro das Estrelas do Excursionista SonhadorÉ claro que podemos nos aprofundar mais e mais no assunto, mas isso fica para uma outra vez, mas caso queira se conhecer um pouco mais sobre o assunto, conheça o Zenith (o mesmo site do mapa do céu).

Um site onde você poderá encontrar um série de dicas sobre como observar o céu, estrelas, como reconhecer constelações, dicas e curiosidades sobre astronomia.

Também conheça o livro O Livro de Estrelas do Excursionista Sonhador, de Sérgio Beck, que aborda as estrelas e constelações que podem ser vistas ao longo do ano, mês a mês em 12 mapas.

Na verdade toda essa minha afeição por estrelas começou depois que li esse livro. – por Levi Rodrigues

Dicas: Ensinando a criançada à observar aves

por Levi Rodrigues

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No post Como fazer um alimentador para pássaros ensinamos a fazer um alimentador doméstico para pássaros.

Contudo o objetivo dessa atividade é despertar o interesse nas crianças sobre a vida dos pássaros, suas caraterísticas e curiosidades.

E o legal é que essa observação pode ser feita em qualquer lugar, seja no sítio,  na cidade ou no bosque do parque mais próximo. Por isso pegue seu pimpolho, vá para um local onde haja árvores e comece a procurar, logo acharão varias aves diferentes, daí é só começar a identificar as diferenças como: canto, comportamento, tamanho, plumagem e coloração.

Para facilitar a visualização, preste atenção nessas dicas:

Como observar aves:

  1. Ande devagar e em silêncio, nunca em direção à ave, pois pode assustá-la.
  2. Os melhores horários para a observação é do amanhecer até o meio dia e ao entardecer.
  3. As melhores épocas para a observação é a do período reprodutivo que se inicia no final do inverno e se estende pela primavera e verão.  Nesta época as aves estão muito ativas defendendo seus territórios e construindo seus ninhos e em geral cantam muito.

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Na verdade, esse é um excelente momento para pais e filhos descobrirem várias coisas em comum enquanto observam os pássaros em suas tarefas ou se deliciando no alimentador (comedor)  à sua volta.

Pensando nisso, compilei algumas dicas e curiosidades sobre aves para ajudar a despertar a curiosidade na criançada.

Você sabia que:

  1. O beija-flor é a única ave capaz de voar para trás.
  2. O “João de Barro” aprende a identificar a direção do vento. Para proteger sua companheira e filhotes ele constrói o ninho na direção oposta ao vento e da chuva
  3. O Pica Pau bica na árvore sem parar, sem dores nem cansaço, pois possui uma bolsa de ar que amortece o impacto das batidas e também é capaz de projetar a sua língua de 3 a 4 centímetros para fora do bico, para capturar as larvas de insetos escondidas na madeira.
  4. Os pássaros voam em forma de “V” para economizar energia, quando o líder se cansa outro pássaro torna-se o guia.
  5. As corujas e outras aves cantam para marcar seus territórios, além disso a disposição de seus olhos permite uma superposição quase completa do campo visual dos dois olhos, assim ela tem uma ótima percepção do relevo e da distância.
  6. O Abutre  tem a região do pescoço sem penas, ou com uma plumagem curta, o que lhes permite alcançar os órgãos internos do animal.
  7. O Falcão peregrino  chega a atingir a velocidade de 250 km/h com as asas parcialmente fechadas, quando mergulha sobre a sua presa.
  8. O Martim pescador  mergulha com o corpo todo esticado na água para apanhar peixes, vai em seguida pousar novamente num galho de árvore.

Se você gosta de um pouco mais de aventura e seu filho for um pouco mais velho, não deixe de leva-lo para acampar em locais como o Pico dos Marins (Passa Quatro), Pico do Jaraguá (SP), Pedra Grande (Atibaia) Tijuca (RJ), Serra do Cipó (MG), Guartelá e Anhangava (PR), com certeza você poderá vivenciar uma enorme variedade de aves sobrevoando você e sua barraca, não se esqueça de preparar também uma incursão noturna, para ouvir e ver outros tipos de aves.

Outdoor Class : Como fazer um alimentador para pássaros

por Levi Rodrigues

Estou começando uma nova seção aqui no blog, a Outdoor Class, para dar dicas de atividades mais elaboradas que podemos fazer com crianças quando estivermos em ambientes abertos (outdoor), que pode ser em um sítio, a chácara do vovô ou qualquer ou lugar que permita a integração entre homem e natureza.

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E a primeira aula é: Como fazer um alimentador manual para pássaros.

Então vamos às dicas de como fazer o Alimentador:

Material e Ferramentas:

  • Uma caixa de leite vazia
  • Um pedaço de cordim (corda fina)
  • Uma tesoura
  • Uma caneta
  • Um alicate vazador (aquele alicate para fazer furos em cintos) ou 1 prego

Passo 1: Lave bem a caixa de leite e deixe secando ao sol para evitar mail cheiro

Passo 2:

Depois de seco, desenhe de ambos os lados uma janela, como mostra a figura.

Passo 3:

Recorte pelo tracejado e faça um vinco no local da abertura da janela Essa aba vai ser importante para diminuir a entrada de água da chuva.

Passo 4:

Com o alicate vazador (ou o prego), faça vários furos nas laterais da caixa (junto à sua base). Estes furos servem para escoar a a água da chuva que possa entrar.

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Passo 5:

Com a mesma ferramenta, faz dois furos na parte aba dobrada da caixa e passe o cordim por ela.  Estude também  o local onde irá colocar o alimentador e corte um pedaço do cordim condizente ao tamanho de modo que ele fique esticado.

Muito simples e divertido, né! Aproveite também para conhecer outras idéias como o Alimentador feito com coco, pelo site Naturlink e o Alimentador feito com vidros do  The Outdoor Parent.

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Dica – Aproveite o período de outono e inverno onde a alimentação fica mais escassa para as aves para criar seu alimentador. Como sugestão você pode oferecer: Migalhas de bolo, pedaços de frutas, pedaços de pães bem pequenos, frutas secas, amendoins, alpiste e milho.

Dica de site: Aprenda música com Los Pequeños Músicos

Sol e Tempo, são dois pequenos personagens criados para incentivar às crianças a começar a aprender música através de brincadeiras e jogos com as notas musicais,  o ritmo e as letras, através do site Los Pequeños Músicos.

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Sei que parece um pouco complicado para quem não conhece música, mas crianças possuem uma enorme capacidade de aprender música e de compreender os princípios musicais, principalmente se for de maneira lúdica.

Foi por esse motivo que criaram  o projeto Los Pequeños Músicos, um site que ganhou diversos prêmios pela forma simples e didática de ensinar os fundamentos musicais, sendo utilizado pela rede pública de ensino da Espanha, permitindo a interação entre as crianças e os personagens para ensinar música.

Mas o site também está direcionado para pais e crianças, permitindo pode baixar o software ou jogar online e para pais que já conhecem música essa é uma ótima forma de incentivar as crianças a começar a conhecer música.

O site também oferece manuais didáticos para professores, pais e alunos para facilitar a utilização do aplicativo. – por Levi Rodrigues

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Caminhada com crianças: Com quanto anos começar?

Caminhar com crianças já é uma baita aventura, mas sempre me perguntam: Qual a melhor idade para começar a fazer caminhadas de aventura com crianças?

Geralmente quando me perguntam isso, ou é porque a pessoa quer fazer caminhadas maiores do que o indicado,  como trilhas em parques e montanhas ou porque já fez e não teve uma experiência agradável em caminhadas, o fato é, nenhuma das duas opções são as melhores  formas de se começar a fazer caminhada.

Minha resposta para essa pergunta é simples: Para onde você quer ir?

Isso porque fazer caminhadas de aventura com crianças, não necessariamente precisa ser uma com um alto nível de dificuldades, temos inúmeros exemplos de aventura próximas de São Paulo que não passam de 2 ou 3 km de distancia e sem quase nenhum desnível e que pode proporcionar “aventuras“ dignas para a maioria das crianças e adolescentes, um exemplo é a região de Alphaville, Santana de Parnaíba e Aldeia da Serra com suas inúmeras ladeiras, parques e passeios em meio ao verde da região.

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Faça do seu um filho um aventureiro:

  • Como preparar a criança para caminhada? Se você (como eu) acha importante que seu filho tenha uma vida com atividades ao “ar livre” comece explorando – a pé – seu próprio bairro. Vá até o parque a pé, passeei de bicicleta, descubra seu bairro e suas as árvores, pássaros, insetos e formigas que vivem seu redor, enfim, crie aventuras próximas de casa para que a criança vá se habituando e desenvolvendo a curiosidade e resistência física para outras aventuras.
  • O que levar? Em geral, não precisa levar nada. Se a criança é muito pequena leve os apetrechos básicos, um pouco de brinquedo para distrair, mas a idéia central é que acriança possa sentir prazer em caminhar ao lado dos pais, nem que seja para dar uma volta dentro do parque.
  • O que fazer? Na seção Diversão para a garotada há diversas de dicas de brincadeiras e atividades, mas vele desde observar os pássaros, tentar descobrir para onde vão as formigas, até (no caso de crianças maiores) o que tem do outro lado do parque, dá montanha, ou do lago, o importante é perceber o interesse da criança e criar desafios compatíveis com sua idade e resistência física.
  • Finalmente, com que idade começar? Pode parecer simples a pergunta, mas não é, porque depende muito do perfil de “segurança” dos pais e do modo de criação, mas nosso filho fez sua primeira viagem aos 12 dias e sua primeira caminhada aos 8 meses (a bordo de canguru, é claro) , mas podemos dizer que desde que nasceu já fazia aventuras, mesmo que dentro do seu carrinho de bebê.

Essa questão de segurança é um assunto muito discutido entre pais e especialistas, já que não há como definir o que é seguro e bom para todos, pois cada família tem sua forma de ver, vivenciar e definir o que é seguro.

O que podemos definir é que o bom senso é a forma mais segura de introduzir as crianças em caminhadas, mas a regra geral é a seguinte:

  1. De 0 à 4 anos: Caminhas dentro de parques urbanos, no bairro em que mora, sítios, fazendas, sempre acompanhadas bem de perto pelos pais.
  2. De 4 à 8 anos: Acantonamentos e caminhadas maiores dentro de parques como o Ibirapuera, Cantareira (SP), a Tijuca, Urca (RJ), e outras pequenas aventuras em áreas verdes.
  3. De 8 à 12 anos: Trilhas de um dia (5km) já são possíveis e acampamentos de final de semana são os mais indicados.
  4. De 12 à 15 anos: Caminhadas médias (10km) e pequenas competições, escalada outros esportes “ao ar livre”.
  5. De 15 à adulto: Agora ninguém segura mais essa turma, pois possuem resistência física, determinação e um espírito desbravador típico da idade, nesse período o mais importante é o desenvolvimento das noções de segurança, para evitar acidentes mais graves.

image_thumb[8] Um caso interessante é o do garoto americano Jordan Romeiro, que se tornou a pessoa mais jovem a fazer o cume do Aconcágua (caminhada em alta montanha pesada até para pessoas bem experientes) e a disputar a corrida (contra quem é outra história) para conquistar os 7 cumes mais alto do mundo, entre eles o Everest. Jordan diz que o incentivo dos pais foi fundamental para conquistar as montanhas e passar a gostar dessa modalidade de alpinismo. – por Levi Rodrigues

Dica de site: Casinha na Árvore

por Levi Rodrigues

Recentemente descobri o Casinha na Árvore, um site voltado para a educação ambiental de crianças através de atividades criadas com produtos simples e reciclados utilizados no dia a dia.

O pessoal de lá também mantem um blog recheado de brincadeiras muito criativas para fazer com a criançada  quando estiver em parques ou em passeios ao “ar livre”.

Abaixo reproduzo o  post Barquinhos à vela! que de maneira muito simples mostra como é possível desenvolver o senso de direção, vento, física e localização nas crianças com uma simples regata de barquinhos a vela feitos a mão.

Aproveite e não deixe de visitar o Casinha na Árvore e seu  blog!

O bosque da Casinha na Árvore fica em um morrinho, que é um pouco mais alto que as casas que estão a nossa volta. Por aqui, a gente vê as árvores se chacoalharem bastante quando bate o vento, como não tem muita construção, ele sopra mais forte.

Até fiz uma biruta um dia desses, lembram? Era pra conseguir saber da onde ele estava vindo!

Vocês sabem o que é o vento? Ontem durante a aula de geografia, a professora explicou que o vento é um fenômeno meteorológico formado pelo movimento do ar na atmosfera.

Ele é produzido por fenômenos naturais como os movimentos da Terra. Foi ela que me disse que em lugares mais altos, como no topo de montanhas e morros, o vento é mais forte.

Esse fenômeno é muito importante pra gente, porque é ele que vai ajudar a dispersar os poluentes e também pode gerar energia!

Já viram que demais aqueles cataventos gigantes? É a energia eólica, por meio da força do vento, a gente pode produzir energia pra ascender uma lâmpada! Muito legal! E não polui. O vento também é usado para mover os barcos à vela! E aí é que entra nossa experiência!

Pra gente observar a força do ar em movimento e brincar com as suas direções, vamos criar uma regata de barquinhos! Para criar o barquinho, vale usar de tudo e muita imaginação.

Aqui, eu o Toró e a Clarinha criamos desde jangadas com palito de sorvete e vela de folha de árvore até simples barquinhos de jornal. O importante é criar barquinhos que flutuem bem e com uma boa vela! Vamos testar!

A gente tem que entender como funciona o equilíbrio e que material vai deixá-lo mais leve. Só não vale usar barco que vem prontinho! O mais legal é a hora de montar com o que temos por perto! Viram os nossos?

Depois de prontos, a gente vai precisar de uma travessa grande com água, uma bacia, o que a gente tiver pra brincar! O seu barquinho tem que ganhar a competição sem você colocar a mão, certo? Vale soprar, abanar com o papel, com uma folha! Ele não pode tombar, hein? Vamos ver quem constrói um barco bem legal!

Chame seus amigos e boa brincadeira pra todo mundo! Bons ventos!

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