Música e crianças: Uma relação sempre positiva

Música e crianças é um assunto que sempre me interessa muito. O fato é, a música está sempre presente em nossa casa e desde que o Thomas nasceu damos uma atenção muito especial ao assunto.

Recentemente li o post Despertar: o bebé e a música do blog Família (Portal Sapo de Portugal) sobre as fases do desenvolvimento musical na criança e o engraçado é que já vivenciamos isso aqui em casa.

Música Bebê Fone

É sabido que o bebê desenvolve a audição bem no inicio da gestação e muito da ligação com os pais vem através do que ele ouve e os sentimentos relacionados à esse som. O Thomas desde a gestação escutou muito música, um dos motivos é que mãe era regente musical de um coral infantil na época, então, dava para sentir quando a música o acalmava ou o irritava, através dos movimentos que fazia na barriga.

Dez meses depois do seu nascimento, continuamos a cantar para ele. Para exemplificar melhor, cantamos para ele uma cantiga todos os dias ao acordar e assim que começamos a cantar abre aquele sorriso.

Durante o dia, criamos algumas brincadeiras musicais para fazer com ele, algumas ajudam a melhorar seu humor, outras favorecem seu desenvolvimento motor e ainda sua aptidão musical, além de presenteá-lo com alguns brinquedos musicais, como uma cornetinha com vários botões e sons (aja paciência para agüentar ele apertando a tecla para ouvir mesma música varias vezes seguidas).

Dessa forma, é só colocar alguma música ou programa com bastante música que ele logo ele se acalma e passa a prestar atenção na fonte musical.

Outro fator interessante é em viagens. Para distrai-ló passamos a cantar durante alguns trechos mais longos, onde fica difícil parar a cada duas horas e tem funcionado bastante essa técnica, pois ele se distrai com a mamãe e geralmente acaba dormindo logo depois, nos dando tempo para achar um local mais adequado para ele acordar e brincar um pouco.

Mas o que mais gosto na música é possibilidade de associar momentos (bons ou ruins), sentimentos e pessoas com uma determinada melodia ou música.

Portanto quanto antes nos tornamos uma família musical, mas memórias musicais serão acrescentadas as músicas e melodia que escutamos, favorecendo lembranças mais fortes desses momentos.

Dicas para vincular músicas à momentos:

  1. É claro que de nada adianta ouvirmos música se não gostarmos dela, por isso, descubra quais são suas músicas prediletas para escutar junto com a família, mas lembre-se da influencia que a música exerce sobre o ser humano, por exemplo, se você gosta de um estilo mais arrojado, com músicas muito rápidas e nervosas como bandas punks e rock pesado ou mesmo músicas depressivas e ouvi-las com frequência na presença de crianças, devem saber que elas absorverão tudo o que há nessas músicas, seja para ficarem mais nervosas ou mais depressivas.
  2. Acostume-se a criar músicas com histórias para que a crianças entendam a letra e assimilem ao momento.
  3. Crie momentos em que cada um possa cantar sua parte
  4. Cantem em família.
  5. Em viagens, cantem músicas relacionadas ao objetivo, por ex. se vão a praia, músicas que contenham assuntos relacionados ao mar, etc.
  6. Façam jogos e competições musicais.
  7. Descubra os sons dos mais variados objetos e analisem eles: Sons graves, agudos, etc.

Cinta MusicalOutra dica bacana que esperamos que chegue logo ao Brasil (pelo menos para o próximo bebê) é a idéia do estudante canadense Geof Ramsay que criou uma cinta musical batizada de B(I)aby para que a mãe possa ligar um aparelho de MP3 e a cinta transforma a música em vibrações que acalma a criança.

Sempre pensei nisso e me perguntava! Será que se colocar um fone de ouvido (daqueles grandes) na barriga da mamãe para que a criança possa escutar música mais atentamente e será ajudaria no desenvolvimento?

Acho que minha pergunta foi respondida por esse estudante. – por Levi Rodrigues

Livro:O Caminho para o Vale Perdido

O Caminho para o Vale Perdido

Ficha Técnica

Livro: O Caminho para o Vale Perdido
Autor: Patrícia Engel Secco
Editora: Melhoramentos
Páginas: 24
Preço Médio: R$16,00
[ Compre o livro no Submarino, clicando aqui ]

Rodolfo era um ratinho estudioso que morava no Vale das Lágrimas, um lugar afastado onde ficava um lixão clandestino. O vale não era lá muito legal para morar, com tantos urubus, moscas e vermes.

Um dia, o ratinho encontrou um álbum de fotografias de seu avô e ficou surpreso ao ver as fotos do lendário Vale Verde. O ratinho teve certeza de que conseguiria, com a ajuda das fotos, encontrar o tão sonhado Vale Perdido, onde a água corria cristalina e os animais viviam em perfeita harmonia.

O que o ratinho não sabia era que o vale estava logo ali, bem pertinho dele!

Falar sobre a vida ao ar livre sem pensar na preservação da natureza – Não dá. Uma boa dica de leitura sobre o assunto é o livro “O Caminho para o Vale Perdido” de Patrícia Engel Secco, editado pela editora Melhoramentos.

Selecionei algumas dicas que tirei do livro e que achei interessante:

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A Questão do uso do BPA Continua Trazendo Discussões

Recentemente cientistas Americanos fizeram sérias criticas (link para matéria em português) ao FDA (equivalente ao  nosso Ministério da Saúde) por continuarem a classificar o BPA como material seguro, ignorando testes que relacionam doenças como câncer, diabetes e outros problemas de saúde, à alimentos que tiveram contato com o Bisphenol-A, matéria-prima presente na composição de mamadeiras, garrafas e outros produtos.

Em abril de 2008, escrevi em meu outro blog sobre a decisão da Nalgene (um dos maiores fabricantes de garrafas para atividades esportivas) de não mais utilizar o BPA em seus produtos sinalizando ao mercado, o risco do uso do Bisphenol-A, resultando que muitos dos maiores varejistas do Canadá e EUA, incluindo o Wal-Mart, decidiram retirar de suas prateleiras  alimentos relacionados com o plástico ou produtos que contenham os compostos químicos, como garrafas, mamadeiras para  bebê e xícaras.

O fato é: Se nos EUA o problema ainda não foi resolvido, não será aqui que as coisas vão mudar, por isso, a forma mais segura é deixarmos de usar ou optar por outros métodos.

No post Armazene seu alimento em vidro, não em plástico do blog Crianças na Cozinha há varias dicas sobre como evitar o uso de produtos plásticos no dia a dia de nossos filhos. No blog da National Geographic Adventure há outras dicas sobre o assunto.

Abaixo segue um linksobre como identiicar se o produto que está usando foi produto com BPA ou não? Continue lendo

Passeios ao “Ar Livre” ajudam Crianças com Hiperatividade

naturaleza copiar

Li recentemente um artigo no Bebes y Mas sobre como a natureza pode ajudar crianças com transtornos de hiperatividade (TDAH).

Segundo um estudo publicado pelo “Journal of Attention Disorders”, passeios de mais de 20 minutos em parques, fazem com que as crianças reajam melhor a testes de concentração e atenção se comparada à crianças que caminhavam por ruas e ambientes urbanos.

O interessante é que o estudo diz que esse tipo de atividade pode reduzir o consumo de remédios durante o tratamento. É claro  que os passeios não tem a intenção de substituir o tratamento, mas podem ajudar muito a criança.

A prefeitura de São Bernardo do Campo também criou um projeto muito bom, os parques municipais,  locais bem arborizados, com segurança, música ambiente, cafés, brinquedos para as crianças e atrativos naturais (jardins, cachoeiras, aquário, etc..). É claro que não é a mesma coisa de um parque nacional ou um pequeno camping a beira do rio, mas não deixa de ser uma ótima opção para o dia a dia da semana.

Fonte: Bebes Y Mas

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