Dicas de como transportar crianças em trilhas utilizando um carregador tipo mochila

Recentemente adquirimos uma Confort Kid I, da Deuter, um tipo de mochila/cadeirinha para transporte de crianças em trilhas, muito comum nos EUA e Europa.

No começo achei que precisaria de um pouco de tempo para me adaptar. Para minha surpresa, a adaptação foi super tranquila – claro que meu tempo de “mochiladas” por aí, ajudou! – Até fiz uma caminhada de leve em Monte Verde sem maiores problemas.

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É claro que o Thomas adorou a idéia, pois a criança fica no alto, acompanhando de cima todos os movimentos do pai, além de poder pegar em galhos, folhas, etc.

Com essa experiência separei algumas dicas para quem for utilizar o mesmo método:

  • As cadeirinhas para crianças utilizam as mesmas estruturas de mochilas cargueiras de montanhismo, por isso a regra de equalização de peso (manter a crianças no centro da cadeirinha para evitar peso a mais somente de um lado) e sistema de regulagem continuam os mesmos.
  • Atenção ao passar em lugares fechados, portas, árvores, locais mais baixos ou mesmo em movimentos rápidos, porque temos o habito de esquecer agora temos uma bela “corcova” nas costas.
  • Ajuste bem a barrigueira (cinta lombar) para que o peso da criança fique bem distribuído nos quadris.
  • Ajuste também as alças dos ombros, evitando que a cadeirinha fique nem muito longe do corpo nem muito perto.
  • Outra dica é adquirir o protetor solar Sunroof Raincover, que foi muito útil nos dias de sol e até num passeio no bairro da liberdade em que choveu muito a certa altura do passeio.
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+ Dicas

  • Fique atento as crianças, não deixando que fique exposta ao sol, chuva e vento. Passe protetor solar e mantenha as crianças protegidas com blusas (quando necessário)
  • Leve um pequeno travesseiro (ou almofada) para quando a criança dormir, pois ela acaba não tendo onde apoiar a cabeça.
  • Utilize os bolsos para colocar a mamadeira e o kit Pai.
  • Atenção ao abaixar, para não bater a criança em outros objetos
  • Saiba posicionar seus pés e corpo aproveitando o peso da cadeirinha para dar impulso ou segurar o corpo em terrenos mais “delicados”.

Crianças e Aventuras: 6 Dicas para começar tudo do jeito certo.

Desde que o Thomas nasceu tenho descoberto o quão maravilhoso é ser pai. O fato de perceber a cada semana o desenvolvimento de uma criança é uma sensação única, pois mostra o quanto é especial o ser humano.

Contudo, desde que minha esposa anunciou que estava grávida, um rápido pensamento sempre passava em minha cabeça sobre o que aconteceria em minha vida após o nascimento do bebê – Será que não faria mais caminhadas? Será que ele se adaptaria a aventuras como às que fazia antes de nascer?

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Passado quase um ano desde seu nascimento pude perceber muita coisa, mas a principal, é que adaptação da nossa família foi super tranqüila.

Abaixo separei 6 dicas que pude perceber que ajudou muito em nossa adaptação, algumas mais concretas outras mais subjetivas e que podem ser adequadas a realidade da maioria das pessoas.

  1. Faça que à aventura seja normal na vida da criança. Acho que essa é a principal dica, pois passa a fazer parte da cultura família, portanto se a criança crescer em um ambiente onde acampar, fazer caminhadas, viajar for algo normal, logo ela terá o mesmo prazer que seus pais e saberá desde crianças distinguir o certo do errado, através da vivência.
  2. Tenha com que sua aventura seja confortável e divertida. Outra dica fundamental, de nada adianta acampar se as lembranças da criança forem de algo desconfortável e chato. Nas lojas especializadas é possível comprar todo o equipamento para camping e caminhada que imaginas, desde sacos de dormir infantil, há botas, passando por jaquetas impermeáveis e roupas próprias para o frio. Não se esqueça de criar um ambiente cheio de brincadeiras e passeios.
  3. Vá de devagar. Se você estava acostumado a andar 15km por dia (a pé) ou 700km (de carro) reduza esse ritmo pela metade, para que a criança possa se acostumar e para que você dedique tempo suficiente às suas necessidades.
  4. Priorize as atividades em família e não a sua predileta. Troquei aquelas travessias de 60km e de vários dias por pequenos passeios tipo “bate volta”. Foi minha melhor decisão. Nesse período o Thomas já esteve em Monte Verde, Guarujá, Atibaia, Paraty, inúmeros parques em São Paulo e arredores e é perceptível sua admiração pelas árvores ao vento, folhas e flores e claro, terra e barro.
  5. Não se esqueça de quem é! No tópico acima citei a importância de valorizar as atividades em família, mas isso não que dizer que deva deixar todo seu potencial de lado e esquecer quem é. Planeje em família quais serão as aventuras que devem ser feitas em família e as que serão sem as crianças para que todos possam continuar a desfrutar de suas modalidades predileta.
  6. Otimize as viagens. Uma viagem com criança nem sempre é uma tarefa fácil, mas um bom planejamento pode evitar diversos problemas, até já citamos em diversos posts aqui no blog como lidar em situações de emergência ou dicas para o que fazer dentro do carro, mas podemos resumir tudo em quase apenas uma palavra – Planejamento. Planeje à viagem nos menores detalhes, dando importância para alimentação, paradas, segurança e diversão.

Caminhada com crianças: Com quanto anos começar?

Caminhar com crianças já é uma baita aventura, mas sempre me perguntam: Qual a melhor idade para começar a fazer caminhadas de aventura com crianças?

Geralmente quando me perguntam isso, ou é porque a pessoa quer fazer caminhadas maiores do que o indicado,  como trilhas em parques e montanhas ou porque já fez e não teve uma experiência agradável em caminhadas, o fato é, nenhuma das duas opções são as melhores  formas de se começar a fazer caminhada.

Minha resposta para essa pergunta é simples: Para onde você quer ir?

Isso porque fazer caminhadas de aventura com crianças, não necessariamente precisa ser uma com um alto nível de dificuldades, temos inúmeros exemplos de aventura próximas de São Paulo que não passam de 2 ou 3 km de distancia e sem quase nenhum desnível e que pode proporcionar “aventuras“ dignas para a maioria das crianças e adolescentes, um exemplo é a região de Alphaville, Santana de Parnaíba e Aldeia da Serra com suas inúmeras ladeiras, parques e passeios em meio ao verde da região.

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Faça do seu um filho um aventureiro:

  • Como preparar a criança para caminhada? Se você (como eu) acha importante que seu filho tenha uma vida com atividades ao “ar livre” comece explorando – a pé – seu próprio bairro. Vá até o parque a pé, passeei de bicicleta, descubra seu bairro e suas as árvores, pássaros, insetos e formigas que vivem seu redor, enfim, crie aventuras próximas de casa para que a criança vá se habituando e desenvolvendo a curiosidade e resistência física para outras aventuras.
  • O que levar? Em geral, não precisa levar nada. Se a criança é muito pequena leve os apetrechos básicos, um pouco de brinquedo para distrair, mas a idéia central é que acriança possa sentir prazer em caminhar ao lado dos pais, nem que seja para dar uma volta dentro do parque.
  • O que fazer? Na seção Diversão para a garotada há diversas de dicas de brincadeiras e atividades, mas vele desde observar os pássaros, tentar descobrir para onde vão as formigas, até (no caso de crianças maiores) o que tem do outro lado do parque, dá montanha, ou do lago, o importante é perceber o interesse da criança e criar desafios compatíveis com sua idade e resistência física.
  • Finalmente, com que idade começar? Pode parecer simples a pergunta, mas não é, porque depende muito do perfil de “segurança” dos pais e do modo de criação, mas nosso filho fez sua primeira viagem aos 12 dias e sua primeira caminhada aos 8 meses (a bordo de canguru, é claro) , mas podemos dizer que desde que nasceu já fazia aventuras, mesmo que dentro do seu carrinho de bebê.

Essa questão de segurança é um assunto muito discutido entre pais e especialistas, já que não há como definir o que é seguro e bom para todos, pois cada família tem sua forma de ver, vivenciar e definir o que é seguro.

O que podemos definir é que o bom senso é a forma mais segura de introduzir as crianças em caminhadas, mas a regra geral é a seguinte:

  1. De 0 à 4 anos: Caminhas dentro de parques urbanos, no bairro em que mora, sítios, fazendas, sempre acompanhadas bem de perto pelos pais.
  2. De 4 à 8 anos: Acantonamentos e caminhadas maiores dentro de parques como o Ibirapuera, Cantareira (SP), a Tijuca, Urca (RJ), e outras pequenas aventuras em áreas verdes.
  3. De 8 à 12 anos: Trilhas de um dia (5km) já são possíveis e acampamentos de final de semana são os mais indicados.
  4. De 12 à 15 anos: Caminhadas médias (10km) e pequenas competições, escalada outros esportes “ao ar livre”.
  5. De 15 à adulto: Agora ninguém segura mais essa turma, pois possuem resistência física, determinação e um espírito desbravador típico da idade, nesse período o mais importante é o desenvolvimento das noções de segurança, para evitar acidentes mais graves.

image_thumb[8] Um caso interessante é o do garoto americano Jordan Romeiro, que se tornou a pessoa mais jovem a fazer o cume do Aconcágua (caminhada em alta montanha pesada até para pessoas bem experientes) e a disputar a corrida (contra quem é outra história) para conquistar os 7 cumes mais alto do mundo, entre eles o Everest. Jordan diz que o incentivo dos pais foi fundamental para conquistar as montanhas e passar a gostar dessa modalidade de alpinismo. – por Levi Rodrigues

Praias: 5 dicas para que a criança perca o medo de entrar na água.

por Levi Rodrigues

Para quem mora nessa selva de pedra, ir à praia (mesmo que ela esteja a menos de 50km de SP) é um evento, ainda mais quando o filhote nunca viu o mar.

Recentemente resolvemos aproveitar uma viagem de negócios ao Guarujá e juntamos trabalho e família e lá fomos nós levar o Thomas para ver pela primeira vez o mar, em um típico dia de semana onde quase não havia gente na praia.

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Foi um momento de grandes expectativas, pois não tínhamos nenhuma referencia sobre como seria sua reação à água do mar e a praia em si.

Para nossa surpresa ele reagiu super bem, não estranhando nada, inclusive se dirigindo rapidamente ao mar, seguindo o típico som das ondas.

Podemos dizer que foi um sucesso sua primeira incursão à praia, mas isso foi devido a uma serie ações que começamos a tomar meses antes. Vamos às dicas!

  1. Quando estiver em casa, acostume a criança com água em movimento, seja no chuveiro ou mesmo na banheira, simulando pequenas ondas.
  2. Deixe a criança engatinhar em pisos bem diferentes e se tiver oportunidade de ir à parques ou ao campo, não tenha medo de colocá-lo para engatinhar na terra.
  3. Prepare algumas brincadeiras para fazer na praia, como enterrar, construir casinha, castelinhos para que ele possa desmontar, cavar buracos, engatinhar/correr para pegar alguma coisa.
  4. Leve seus brinquedos prediletos à praia.
  5. Não vá para o mar diretamente, deixe a criança se acostumar com a areia do mar primeiro.

Outras dicas legais:

  • Proteja sua criança do sol, com bonés, protetores solares (2 horas antes,e depois de 2 em 2 horas) e evite os horários mais quentes do sol, dás 11 às 16h.
  • Cuidado com praias contaminadas ou que tenham esgoto próximo.
  • Atente a lixo espalhado pelo chão, objetos que possam machucar seus pezinhos.
  • Verifique se não há fezes de animais domésticos próximos ao local onde está criança.
  • Apenas para reforçar. Nunca deixe seu filho pequeno ou grande desacompanhado em uma praia – ou local público – para evitar afogamentos, raptos, etc..
  • Manter a criança sempre hidratada.
  • Outra dica bacana é – Nós levamos uma pequena piscina inflável para que ele pudesse brincar perto da gente sem se preocupar com as ondas do mar, fez o maior sucesso.

Música e crianças: Uma relação sempre positiva

Música e crianças é um assunto que sempre me interessa muito. O fato é, a música está sempre presente em nossa casa e desde que o Thomas nasceu damos uma atenção muito especial ao assunto.

Recentemente li o post Despertar: o bebé e a música do blog Família (Portal Sapo de Portugal) sobre as fases do desenvolvimento musical na criança e o engraçado é que já vivenciamos isso aqui em casa.

Música Bebê Fone

É sabido que o bebê desenvolve a audição bem no inicio da gestação e muito da ligação com os pais vem através do que ele ouve e os sentimentos relacionados à esse som. O Thomas desde a gestação escutou muito música, um dos motivos é que mãe era regente musical de um coral infantil na época, então, dava para sentir quando a música o acalmava ou o irritava, através dos movimentos que fazia na barriga.

Dez meses depois do seu nascimento, continuamos a cantar para ele. Para exemplificar melhor, cantamos para ele uma cantiga todos os dias ao acordar e assim que começamos a cantar abre aquele sorriso.

Durante o dia, criamos algumas brincadeiras musicais para fazer com ele, algumas ajudam a melhorar seu humor, outras favorecem seu desenvolvimento motor e ainda sua aptidão musical, além de presenteá-lo com alguns brinquedos musicais, como uma cornetinha com vários botões e sons (aja paciência para agüentar ele apertando a tecla para ouvir mesma música varias vezes seguidas).

Dessa forma, é só colocar alguma música ou programa com bastante música que ele logo ele se acalma e passa a prestar atenção na fonte musical.

Outro fator interessante é em viagens. Para distrai-ló passamos a cantar durante alguns trechos mais longos, onde fica difícil parar a cada duas horas e tem funcionado bastante essa técnica, pois ele se distrai com a mamãe e geralmente acaba dormindo logo depois, nos dando tempo para achar um local mais adequado para ele acordar e brincar um pouco.

Mas o que mais gosto na música é possibilidade de associar momentos (bons ou ruins), sentimentos e pessoas com uma determinada melodia ou música.

Portanto quanto antes nos tornamos uma família musical, mas memórias musicais serão acrescentadas as músicas e melodia que escutamos, favorecendo lembranças mais fortes desses momentos.

Dicas para vincular músicas à momentos:

  1. É claro que de nada adianta ouvirmos música se não gostarmos dela, por isso, descubra quais são suas músicas prediletas para escutar junto com a família, mas lembre-se da influencia que a música exerce sobre o ser humano, por exemplo, se você gosta de um estilo mais arrojado, com músicas muito rápidas e nervosas como bandas punks e rock pesado ou mesmo músicas depressivas e ouvi-las com frequência na presença de crianças, devem saber que elas absorverão tudo o que há nessas músicas, seja para ficarem mais nervosas ou mais depressivas.
  2. Acostume-se a criar músicas com histórias para que a crianças entendam a letra e assimilem ao momento.
  3. Crie momentos em que cada um possa cantar sua parte
  4. Cantem em família.
  5. Em viagens, cantem músicas relacionadas ao objetivo, por ex. se vão a praia, músicas que contenham assuntos relacionados ao mar, etc.
  6. Façam jogos e competições musicais.
  7. Descubra os sons dos mais variados objetos e analisem eles: Sons graves, agudos, etc.

Cinta MusicalOutra dica bacana que esperamos que chegue logo ao Brasil (pelo menos para o próximo bebê) é a idéia do estudante canadense Geof Ramsay que criou uma cinta musical batizada de B(I)aby para que a mãe possa ligar um aparelho de MP3 e a cinta transforma a música em vibrações que acalma a criança.

Sempre pensei nisso e me perguntava! Será que se colocar um fone de ouvido (daqueles grandes) na barriga da mamãe para que a criança possa escutar música mais atentamente e será ajudaria no desenvolvimento?

Acho que minha pergunta foi respondida por esse estudante. – por Levi Rodrigues

Cadeirinhas para crianças: Como escolher

Assunto é pouco polêmico e podemos encontrar bons argumentos à favor ou não do uso das cadeirinhas (após os dois anos de idade), o consenso é que devemos usa-lá sim, mas como veremos abaixo há duas linhas bem distintas sobre seu uso.

No blog Gravidez e Maternidade, da Flávia Oliveira, podemos encontrar um bom comparativo sobre os tipos de cadeirinhas disponíveis, que reproduzo abaixo com  uma pergunta bem interessante:

Car safety kids

Só idade conta (para mudança de tipo de assento)? Tamanho e peso não?

(falando sobre a obrigatoriedade do selo do Inmetro nas cadeirinhas e o uso em todos os veículos com crianças à partir de 2010)

Na verdade a informação do outro post é o que consta no Código Nacional de Trânsito, mas é lógico que não faz o menor sentido ser em função da idade, já que algumas crianças são totalmente fora dos padrões.

Aliás, queria saber como eles vão saber a idade da criança, a gente vai ter que andar com documento da criança depois que ela passar dos 7 anos e meio para mostrar que não precisa mais do booster?

No site da ONG Criança Segura tem o Guia da Cadeirinha que diz assim:

 
Tipo de assento Bebê conforto ou conversível Cadeira de segurança Assento de elevação ou “booster” Cinto de segurança de três pontos
Peso e idade Desde o nascimento até 9 ou 13 Kg, conforme recomendação do fabricante, ou até 1 ano de idade De 9 a 18 Kg, aproximadamente de 1 a 4 anos de idade. De 18 até 36 Kg, aproximadamente de 4 a 10 anos de idade. Acima de 36 Kg e no mínimo 1,45m de altura – aproximadamente 10 anos de idade
Posição Voltada para o vidro traseiro, com leve inclinação,
conforme instruções do fabricante, de costas para o movimento, sempre no banco de trás.
Voltada para frente, na posição vertical, no banco de trás. No banco traseiro com cinto de três pontos. Até 10 anos de idade, no banco traseiro do carro,
com cinto de três pontos.
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O outro lado da discussão, pode ser encontrado no blog Criando Crianças, de Denise Carceroni e que traz a discussão levantada por Steven Levitt, autor de Freakonomics, questionou a necessidade do uso dessas cadeirinhas em crianças maiores de dois anos com base em dados de acidentes.

Ele mostra que o uso da cadeirinha ou do cinto de segurança tem diferenças estatisticamente insignificantes nos acidentes fatais e também naqueles que acarretam apenas ferimentos.

A palestra está dividida em duas partes, a primeira você pode ver abaixo e outra está no post Vídeo: Cadeirinha para o carro não é tão segura quando dizem

Seguro Viagem: Uma proteção a mais quando estiver em viagem

Viajar de maneira segura é uma das principais responsabilidades – principalmente paterna – junto com medidas básicas de segurança, como revisar o carro, planejar a viajem antecipadamente ou verificar as condições dos meios de transporte que usaremos.

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Mas e no quesito saúde? Quando estamos viajando pelo Brasil não costumamos por 2 motivos:

  1. Porque já possuímos uma plano de saúde válido no Brasil (note que a maioria dos planos possuem hospitais próprios e rede credenciada apenas nas grandes cidades)
  2. Porque contamos que em cada pequena cidade há um posto de saúde para nos atender em uma emergência.

O fato é: Temos um seguro automotivo, alguns possuem seguro saúde, mas nenhuma escapatória quando a questão é a saúde da nossa família.

É importante colocar que nem sempre nosso plano de saúde cobre a região que estamos viajando e é cada vez mais normal adquirirmos planos de saúde regionais, ou seja, que atendem apenas na região que residimos (por exemplo São Paulo e  Grande ABC).

Note que não quero dizer que precisamos de um seguro saúde, além do plano convencional e sim temos que nos preocupar com questão antecipadamente visualizando rotas de escape em caso de emergência.

As principais causas de atendimento desse tipo, costumam ser:  pequenos acidentes, dores e problemas odontológicos. Veja agora algumas dicas sobre o assunto:

  • Veja no contrato do seu plano de saúde se eles cobrem consultas e internações quando realizadas fora da rede
  • Verifique se há cobertura para problemas Odontológicos
  • Faça um check-up em caso de viagens mais longas. Atenção: Os convênios médicos não são obrigados a  fazer esse tipo de exame, sendo necessário que um médico solicite os exames.
  • Na região em que estará há bons hospitais com ambulâncias para mover o paciente para outra cidade (caso precise)
  • Quando em pequenas caminhadas ou camping, qual a distancia até a estrada mais próxima e depois até a cidade.
  • Se o sistema de seu convênio médico for por reembolso, tenha uma reserva financeira para o caso de precisar usar.

Agora, quando tratamos de viagens internacionais, o custo de uma plano de saúde internacional costuma ser quase que impraticável e o seguro saúde por tempo determinado é a melhor opção.

Pesquisando as diversas opções de seguro no google, esolhi 3 que me parecessaram satisfatórias para analisar:

  1. GTA (Plano Bronze)
    Valor = R$ 249,00 (3 meses de Cobertura) – Cobertura básica, por evento, em torno de $ 6.000,00
  2. Assistência do Cartão American Express
    Valor = R$90,24, mais mensalidade de R$37,34 – Cobertura de gastos médicos até R$ 50.000,00 (em reais)
  3. Assistência Viagem Itaucard
    Valor = mensais de R$ 4,20 – Cobertura básica por evento em torno de $ 5.000,00.

Um detalhe. Na hora de contratar verifique o valor de cobertura, países cobertos e o que cobre, por exemplo: remédios, clinicas odontológicas e internações.

Depois disso, boa viagem – por Levi Rodrigues

Chapéu do Bispo, MG: A primeira caminhada a gente nunca esquece

A primeira vez que nosso filho fez uma caminhada, tinha 6 meses e subiu o “Chapéu do Bispo” (2.030m), em Monte Verde, MG.

Usei um canguru leve, fácil de manusear e confortável para o bebê. A princípio pensei em dividir o peso com minha cunhada, pois achei que não conseguiria “carregando 8 kg”. Engano meu, pois subi com tranqüilidade.

Fomos em três adultos num passeio tipo “família”. Fiz a opção por uma trilha que faço desde que tinha 7 anos. É uma caminhada de 40’, com um desnível bem forte, algo em torno de 700m, mas que proporciona um visual belíssimo para a cidade, momentos prazerosos ao ar livre  em contato com a natureza.

Caminhada - Chapéu do bispo

Como era a primeira vez que fazíamos uma trilha com bebê, decidimos sair cedo para não pegar muito sol na subida. Não tivemos pressa, fizemos várias paradas para beber água, apreciar as árvores (o filhote tem paixão por árvores balançando com o vento e vibrou muito o trajeto inteiro) e para descansar. Acabamos levando 1:15h para chegar ao cume.

Quando estávamos no último trecho do caminho o bebê até dormiu, já cansado de tanto gritar e sacolejar a cada vez que uma brisa batia nas folhas e essas balançavam.

Assim que chegamos ao topo ele acordou, então aproveitei para colocá-lo sentadinho nas pedras e tomar um leite que preparei na hora.

Achei muito interessante a reação das pessoas que também faziam a caminhada quando chegando ao topo e viam um bebê todo eufórico, brincando e rindo para todos; percebi que uns achavam que era um certo absurdo levar uma criança àquele local, já outros se sentiram incentivados a fazer o mesmo.

Foi uma aventura bem tranqüila e divertida, tanto para nós como para o Thomas (meu filho). Não tivemos nenhum problema e voltamos com gostinho de quero mais. Ao todo levamos 4 horas, pois passamos um bom período aproveitando a vista e brincando com o bebê lá em cima.

Deixo algumas dicas que foram de grande ajuda para quem assim como eu, quer ter umas horinhas livre da agitação, sem poluição e com um visual maravilhoso.

O que levar na na mochila? Montei uma mochila pequena, apenas com o essencial para o período que estaríamos fora. Coloquei:

  • Uma fralda boa (para não correr o risco de precisar de mais)
  • 4 lenços umedecidos (embalados em um saquinho)
  • 1 saquinho para descartar a fralda utilizada
  • 1 chuquinha com água (nessa fase já é importante que a criança beba água para não desidratar)
  • 1 mamadeira com água e um saquinho com a quantidade exata do leite para preparar quando for necessário
  • 1 pano de boca

CanguruComo levar o bebê? A melhor opção é o Canguru. Na ocasião utilizei um canguru simples, mas confortável. É muito importante que esse acessório seja confortável tanto para quem carrega como para o bebê, pois como o bebê ficará nele por um tempo considerável pode machucar a perninha e tornar o passeio desagradável.

O modelo da Infantino (Confort Rider) disponível em nossa loja é o ideal para pequenas caminhadas, por ser leve, macio e bem confortável tanto para quem carrega o bebê como para o próprio.

Uma coisa que nos chamou a atenção nesse modelo foi o sistema de alças (a) que são largas e facilmente reguláveis e os ajustes laterais (c) que permitem deixar o bebê preso, mas não apertado e bem seguro e ainda vem com um pequeno babador (b) fixo ao canguru.

Para os Adultos: Não esqueça de levar água e alguma guloseima, pois se andando sozinho já dá fome e sede, imagina carregando um “pesinho extra”.

Verifique também antes de fazer a trilha se há alguma fonte de água no caminho, isso ajuda a diminuir o peso, e quanto as guloseimas, um pacotinho de bala de goma, um saquinho de amendoim, fruta seca ou ainda biscoito de polvilho já é o suficiente. (por Cris Diacov)

5 coisas perigosas que você NÃO deve fazer

Inspirado no post5 coisas perigosas que você deve desencanar’, do coruja.updateordie.com, redigi este que aborda o que NÃO fazer, quando estiver com crianças dentro do carro.

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  1. Não deixe que as crianças viagem em pé entre os bancos do veículo. Imagina o que pode acontecer com uma criança em caso de colisão.
  2. Nunca deixe vidros e portas abertas. Evitando que crianças mais ‘criativas’ coloquem braços e pescoço para fora do veiculo.
  3. Pneus furados e outros problemas com veículos podem ocorrer durante qualquer viagem, mas nunca permita que as crianças desçam do carro enquanto estiver em uma rodovia ou avenida muito movimentada.
  4. Quem manda no carro são os adultos, por isso, crianças nunca devem andar sem estar protegidas pelo cinto de segurança ou na cadeirinha.
  5. Falar ou brincar com os filhos sempre ajuda a acalmá-los, mas muito cuidado com a empolgação para que as crianças não tirem sua atenção da estrada.

por Levi Rodrigues

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