Dicas de como transportar crianças em trilhas utilizando um carregador tipo mochila

Recentemente adquirimos uma Confort Kid I, da Deuter, um tipo de mochila/cadeirinha para transporte de crianças em trilhas, muito comum nos EUA e Europa.

No começo achei que precisaria de um pouco de tempo para me adaptar. Para minha surpresa, a adaptação foi super tranquila – claro que meu tempo de “mochiladas” por aí, ajudou! – Até fiz uma caminhada de leve em Monte Verde sem maiores problemas.

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É claro que o Thomas adorou a idéia, pois a criança fica no alto, acompanhando de cima todos os movimentos do pai, além de poder pegar em galhos, folhas, etc.

Com essa experiência separei algumas dicas para quem for utilizar o mesmo método:

  • As cadeirinhas para crianças utilizam as mesmas estruturas de mochilas cargueiras de montanhismo, por isso a regra de equalização de peso (manter a crianças no centro da cadeirinha para evitar peso a mais somente de um lado) e sistema de regulagem continuam os mesmos.
  • Atenção ao passar em lugares fechados, portas, árvores, locais mais baixos ou mesmo em movimentos rápidos, porque temos o habito de esquecer agora temos uma bela “corcova” nas costas.
  • Ajuste bem a barrigueira (cinta lombar) para que o peso da criança fique bem distribuído nos quadris.
  • Ajuste também as alças dos ombros, evitando que a cadeirinha fique nem muito longe do corpo nem muito perto.
  • Outra dica é adquirir o protetor solar Sunroof Raincover, que foi muito útil nos dias de sol e até num passeio no bairro da liberdade em que choveu muito a certa altura do passeio.
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+ Dicas

  • Fique atento as crianças, não deixando que fique exposta ao sol, chuva e vento. Passe protetor solar e mantenha as crianças protegidas com blusas (quando necessário)
  • Leve um pequeno travesseiro (ou almofada) para quando a criança dormir, pois ela acaba não tendo onde apoiar a cabeça.
  • Utilize os bolsos para colocar a mamadeira e o kit Pai.
  • Atenção ao abaixar, para não bater a criança em outros objetos
  • Saiba posicionar seus pés e corpo aproveitando o peso da cadeirinha para dar impulso ou segurar o corpo em terrenos mais “delicados”.

Surfando em Família

Sou um apaixonado por fotos, ainda mais quando está relacionadas com atividades ao ar livre. A foto abaixo foi postada no fórum Sufer Mag e mostra um família em cima de Long Board (espécie de prancha de surf maior)

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Passeios: Sabina – Escola Parque do Conhecimento

Recentemente levamos o Thomas ao Sabina: Escola Parque do Conhecimento, em Santo André/SP (ABC Paulista). Um passeio indicado para crianças maiores de 4 anos, mas que para ele foi pura diversão!

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O Sabina é um parque temático com 11.000 metros, inaugurado em 2007, aos moldes da Estação Ciência de São Paulo, com atrações que englobam conhecimentos – e experimentos – básicos de física, meio ambiente e astronomia, com a diferença de ser bem mais lúdico (talvez por ser mais novo!) do que seus semelhantes e possuir um pinguinário com 15 pinguins recém chegados.

Nem preciso dizer que é um passeio adorável e divertidíssimo para a garotada, principalmente os mais novos.

Há diversas atrações no parque como:

  • Um circuito bem escuro que simula a criação do universo através de vários pontos no trajeto.
  • Um local onde podemos passar a mão em pequenas arraias. Isso é fantástico!
  • O aquário bem grande com vários pinguins.
  • Uma enorme réplica de um dinossauro Tyrannosaurus Rex, com direito a sons e urros.
  • Uma boneca gigante que simula o trajeto do alimento dentro do corpo humano.
  • Um simulador de “Nave espacial” que faz uma viagem pela mata atlântica e uma visita virtual a “Laje de Santos”.
  • Um serpentário em que as crianças podem passar por dentro através de um pequeno corredor e observar de vários ângulos as serpentes.
  • No andar superior há inúmeros experimentos de ciências, que simulam as leis da física, de eletricidade, ótica. Vários microscópios, até aquela bola que faz levantar os cabelos, além de vários brinquedos musicais.
  • Há uma seção só para temas ambientais, com uma réplica de uma cidade e seus problemas como poluição, desmatamento, animais ameaçados, etc..

Outra atração à parte é o simulador de condições climáticas. Uma boa brincadeira que simula furacões, erupções vulcânicas, terremotos, calor e frio, tudo isso recheado e interatividade que chega a te molhar, balançar, sentir frio e calor.

Do lado externo há vários brinquedos com princípios científicos como balanças, sistemas de polias, bolhas de sabão, energia, dentre outros.

Apesar do objetivo do parque ser para crianças maiores, há uma seção bem especifica para os menores, com jogos, de encaixe, túneis, aparelhos sonoros e até um enorme labirinto, portanto caso seu filho seja muito pequeno, pode levar seu filhote que não haverá problemas. Ele também irá se divertir!

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Dicas:

  1. Vá com tempo, nosso passeio demorou quase 4 horas.
  2. Uma mochila com o Kit de sobrevivência para pais, vai bem nesse passeio.
  3. Se for com crianças pequenas, leve seu carrinho, pois no fraldário há disponível apenas 2 carrinhos de bebê (pelo menos foi o que vi) .
  4. Leve lanches para as crianças e para os papais. Não sei porque, mas não há uma cantina, apesar de haver uma estrutura pronta para isso no local, só que não está funcionando.
  5. O Shopping ABC está bem próximo, ideal para almoçar após o passeio.

Serviço: Sabina Escola Parque do Conhecimento

clip_image002Horário: terça-feira a sexta-feira, das 8h30 às 19h30, somente para escolas com visita agendada; nos finais de semana é aberta ao público das 9h às 17h30.
Endereço: Rua Juquiá, s/nº – Bairro Paraíso – Santo André – SP – Telefone: 0800 0191944
Ingresso: entrada gratuita para alunos e professores das Escolas Municipais de Santo André, para menores de cinco anos e portadores de necessidades especiais. Para demais visitantes, o ingresso é R$ 10,00. Estudantes, professores, servidores públicos da cidade, aposentados e idosos acima das 65 anos pagam meia-entrada.

Parques Infantis: Como agir nesses locais

Parques infantis é um excelente opção para quem mora em grandes metrópoles ao invés dos shoppings centers para entreter a garotada. Sabemos que para as crianças é uma opção para lá de divertido, mas também uma oportunidade para a integração e experimentos com outras crianças.

Por exemplo, meu filho ao chegar em um parque perto da nossa casa, fica todo entusiasmado com a correria das outras crianças e logo se aproxima delas para tentar brincar junto. Mas para nós, pais , sempre há duas preocupações: Não sabemos quem são as outras crianças e temos receio das quedas que possam tomar.

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Pensando nisso sugiro algumas idéias do que fazer em sua próxima visita ao parque

  • Não vá muito tarde. Se o seu filho está cansado após um dia de escola ou qualquer outra circunstância,será bem provável que ocorra quedas ou outros tombos.
  • Se sua criança ainda não é capaz de levantar-se sozinha , preocupe em criar jogos próprios para a idade dela, sem que dependa de outras crianças. Também vá preparada para ajudar a coloca-lá no escorregador, balança e outros brinquedos.
  • Caso surja algum desentendimento entre seu filho e outra criança por conta de um brinquedo ou qualquer outo motivo, esteja atento para interferir, mas principalmente, para ensina-lo a interagir com as negativas e os conflitos. Explique o porque, tente convence-lo a “deixar para lá” e se for o caso à emprestar um  brinquedo ou trocar ou outro. Nesse momento o mais importante é evitar a agressão física, mas também ensinar como agir nessas situações e não apenas retira-lo da situação sem explicar o porque, já que nada vida adulta situações como essas não é possível  fugir ou pedir para que alguém nos retire de lá, e sim, teremos que enfrentar.
  • Se perceber que seu filho está com muita energia nesse dia, evite os parques e locais muito agitado, mas procure atividades mais contemplativas, como passeios a pé, observação, ou brincadeiras a dois.

Se conseguirmos escolher o lugar e a hora correta para irmos aos parques, poderemos fazer desses momentos, verdadeiras oportunidades de aprendizagem. – por Levi Rodrigues

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Viva a Mata: Neste final de semana

vi no O Guia Verde

Tai um programinha bacana para este finde: a quinta edição do Viva a Mata – mostra de iniciativas e projetos em prol da Mata Atlântica, de sexta a domingo, das 9h às 18h, na Marquise e Arena de Eventos do Parque Ibirapuera.

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A idéia  do evento, organizado pela SOS Mata Atlântica, é informar e conscientizar crianças, jovens e adultos sobre a importância do Bioma mais ameaçado do País por meio de palestras, debates, oficinas de reciclagem e de brinquedo, peças teatrais, estandes temáticos, jogos, brincadeiras.

Olha só algumas das atividades: o “Jogo dos Bichos”, a “Sucateca”, a “Aventura Ambiental no Parque Ibirapuera”, a “Apresentação de cobras e outros animais peçonhentos do Instituto Butantan”, e ainda um bate papo com o Chef Alex Atala e com o músico Guilherme Rocha, do grupo Inimigos da HP. O evento é gratuito – perfeito para levar a molecada!

Serviço: Parque do Ibirapuera – Marquise e Arena de Eventos. Dias 22, 23 e 24 de maio, das 9h às 18h. Mais informações: (11) 3168-1412

Outdoor Class : Como fazer um alimentador para pássaros

por Levi Rodrigues

Estou começando uma nova seção aqui no blog, a Outdoor Class, para dar dicas de atividades mais elaboradas que podemos fazer com crianças quando estivermos em ambientes abertos (outdoor), que pode ser em um sítio, a chácara do vovô ou qualquer ou lugar que permita a integração entre homem e natureza.

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E a primeira aula é: Como fazer um alimentador manual para pássaros.

Então vamos às dicas de como fazer o Alimentador:

Material e Ferramentas:

  • Uma caixa de leite vazia
  • Um pedaço de cordim (corda fina)
  • Uma tesoura
  • Uma caneta
  • Um alicate vazador (aquele alicate para fazer furos em cintos) ou 1 prego

Passo 1: Lave bem a caixa de leite e deixe secando ao sol para evitar mail cheiro

Passo 2:

Depois de seco, desenhe de ambos os lados uma janela, como mostra a figura.

Passo 3:

Recorte pelo tracejado e faça um vinco no local da abertura da janela Essa aba vai ser importante para diminuir a entrada de água da chuva.

Passo 4:

Com o alicate vazador (ou o prego), faça vários furos nas laterais da caixa (junto à sua base). Estes furos servem para escoar a a água da chuva que possa entrar.

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Passo 5:

Com a mesma ferramenta, faz dois furos na parte aba dobrada da caixa e passe o cordim por ela.  Estude também  o local onde irá colocar o alimentador e corte um pedaço do cordim condizente ao tamanho de modo que ele fique esticado.

Muito simples e divertido, né! Aproveite também para conhecer outras idéias como o Alimentador feito com coco, pelo site Naturlink e o Alimentador feito com vidros do  The Outdoor Parent.

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Dica – Aproveite o período de outono e inverno onde a alimentação fica mais escassa para as aves para criar seu alimentador. Como sugestão você pode oferecer: Migalhas de bolo, pedaços de frutas, pedaços de pães bem pequenos, frutas secas, amendoins, alpiste e milho.

Praias: 5 dicas para que a criança perca o medo de entrar na água.

por Levi Rodrigues

Para quem mora nessa selva de pedra, ir à praia (mesmo que ela esteja a menos de 50km de SP) é um evento, ainda mais quando o filhote nunca viu o mar.

Recentemente resolvemos aproveitar uma viagem de negócios ao Guarujá e juntamos trabalho e família e lá fomos nós levar o Thomas para ver pela primeira vez o mar, em um típico dia de semana onde quase não havia gente na praia.

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Foi um momento de grandes expectativas, pois não tínhamos nenhuma referencia sobre como seria sua reação à água do mar e a praia em si.

Para nossa surpresa ele reagiu super bem, não estranhando nada, inclusive se dirigindo rapidamente ao mar, seguindo o típico som das ondas.

Podemos dizer que foi um sucesso sua primeira incursão à praia, mas isso foi devido a uma serie ações que começamos a tomar meses antes. Vamos às dicas!

  1. Quando estiver em casa, acostume a criança com água em movimento, seja no chuveiro ou mesmo na banheira, simulando pequenas ondas.
  2. Deixe a criança engatinhar em pisos bem diferentes e se tiver oportunidade de ir à parques ou ao campo, não tenha medo de colocá-lo para engatinhar na terra.
  3. Prepare algumas brincadeiras para fazer na praia, como enterrar, construir casinha, castelinhos para que ele possa desmontar, cavar buracos, engatinhar/correr para pegar alguma coisa.
  4. Leve seus brinquedos prediletos à praia.
  5. Não vá para o mar diretamente, deixe a criança se acostumar com a areia do mar primeiro.

Outras dicas legais:

  • Proteja sua criança do sol, com bonés, protetores solares (2 horas antes,e depois de 2 em 2 horas) e evite os horários mais quentes do sol, dás 11 às 16h.
  • Cuidado com praias contaminadas ou que tenham esgoto próximo.
  • Atente a lixo espalhado pelo chão, objetos que possam machucar seus pezinhos.
  • Verifique se não há fezes de animais domésticos próximos ao local onde está criança.
  • Apenas para reforçar. Nunca deixe seu filho pequeno ou grande desacompanhado em uma praia – ou local público – para evitar afogamentos, raptos, etc..
  • Manter a criança sempre hidratada.
  • Outra dica bacana é – Nós levamos uma pequena piscina inflável para que ele pudesse brincar perto da gente sem se preocupar com as ondas do mar, fez o maior sucesso.

Música e crianças: Uma relação sempre positiva

Música e crianças é um assunto que sempre me interessa muito. O fato é, a música está sempre presente em nossa casa e desde que o Thomas nasceu damos uma atenção muito especial ao assunto.

Recentemente li o post Despertar: o bebé e a música do blog Família (Portal Sapo de Portugal) sobre as fases do desenvolvimento musical na criança e o engraçado é que já vivenciamos isso aqui em casa.

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É sabido que o bebê desenvolve a audição bem no inicio da gestação e muito da ligação com os pais vem através do que ele ouve e os sentimentos relacionados à esse som. O Thomas desde a gestação escutou muito música, um dos motivos é que mãe era regente musical de um coral infantil na época, então, dava para sentir quando a música o acalmava ou o irritava, através dos movimentos que fazia na barriga.

Dez meses depois do seu nascimento, continuamos a cantar para ele. Para exemplificar melhor, cantamos para ele uma cantiga todos os dias ao acordar e assim que começamos a cantar abre aquele sorriso.

Durante o dia, criamos algumas brincadeiras musicais para fazer com ele, algumas ajudam a melhorar seu humor, outras favorecem seu desenvolvimento motor e ainda sua aptidão musical, além de presenteá-lo com alguns brinquedos musicais, como uma cornetinha com vários botões e sons (aja paciência para agüentar ele apertando a tecla para ouvir mesma música varias vezes seguidas).

Dessa forma, é só colocar alguma música ou programa com bastante música que ele logo ele se acalma e passa a prestar atenção na fonte musical.

Outro fator interessante é em viagens. Para distrai-ló passamos a cantar durante alguns trechos mais longos, onde fica difícil parar a cada duas horas e tem funcionado bastante essa técnica, pois ele se distrai com a mamãe e geralmente acaba dormindo logo depois, nos dando tempo para achar um local mais adequado para ele acordar e brincar um pouco.

Mas o que mais gosto na música é possibilidade de associar momentos (bons ou ruins), sentimentos e pessoas com uma determinada melodia ou música.

Portanto quanto antes nos tornamos uma família musical, mas memórias musicais serão acrescentadas as músicas e melodia que escutamos, favorecendo lembranças mais fortes desses momentos.

Dicas para vincular músicas à momentos:

  1. É claro que de nada adianta ouvirmos música se não gostarmos dela, por isso, descubra quais são suas músicas prediletas para escutar junto com a família, mas lembre-se da influencia que a música exerce sobre o ser humano, por exemplo, se você gosta de um estilo mais arrojado, com músicas muito rápidas e nervosas como bandas punks e rock pesado ou mesmo músicas depressivas e ouvi-las com frequência na presença de crianças, devem saber que elas absorverão tudo o que há nessas músicas, seja para ficarem mais nervosas ou mais depressivas.
  2. Acostume-se a criar músicas com histórias para que a crianças entendam a letra e assimilem ao momento.
  3. Crie momentos em que cada um possa cantar sua parte
  4. Cantem em família.
  5. Em viagens, cantem músicas relacionadas ao objetivo, por ex. se vão a praia, músicas que contenham assuntos relacionados ao mar, etc.
  6. Façam jogos e competições musicais.
  7. Descubra os sons dos mais variados objetos e analisem eles: Sons graves, agudos, etc.

Cinta MusicalOutra dica bacana que esperamos que chegue logo ao Brasil (pelo menos para o próximo bebê) é a idéia do estudante canadense Geof Ramsay que criou uma cinta musical batizada de B(I)aby para que a mãe possa ligar um aparelho de MP3 e a cinta transforma a música em vibrações que acalma a criança.

Sempre pensei nisso e me perguntava! Será que se colocar um fone de ouvido (daqueles grandes) na barriga da mamãe para que a criança possa escutar música mais atentamente e será ajudaria no desenvolvimento?

Acho que minha pergunta foi respondida por esse estudante. – por Levi Rodrigues

ZooParque: Um zoológico diferente

Recentemente estivemos em um zoológico muito diferente – pelo menos para mim –, o ZooParque de Itatiba.

Quando ouvi falar que havia um zoológico em Itatiba em que animais ficavam soltos, fiquei surpreso, e me perguntei. Porque nunca ouvi falar dele? Então num domingo de abril resolvemos conferir como era.

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Em uma área de 5000.000 m2, numa antiga fazenda e com uma diferença muito grande de outros zoológicos, aqui os animais não ficam em jaulas, ou seja, nada de locais pequenos ou artificiais e sim um ambiente semi-natural, com grandes áreas verdes, separados apenas por uma cerca, o que confere ao passeio muito mais personalidade.

A primeira atração é o aviário (parecido com o do parque das aves em Foz do Iguaçu) com diversas aves, depois através de trilhas (3km) ou caminhos pavimentados somos levados a centenas de animais do mundo inteiro como zebras, elefantes, rinocerontes, onças, a maioria livres em áreas verdes enormes.

E no final ainda pudemos ver um formigueiro por dentro, um serpentário, varias espécies de macacos brincalhões, enfim, um belo passeio para um domingo.

Após o passeio, há uma lanchonete, um restaurante por quilo e uma lojinha de artesanato para quem não consegue voltar para casa sem uma lembrancinha.

Dicas:

  1. Leve água na mochila, pois no caminho não muitas opções de bebedouros
  2. Evite levar carrinhos de bebê, opte pelo canguru para crianças que ainda não andam, pois a trilha é bem acidentada e os carrinhos não muito práticos nessa hora. Nós levamos e nos arrependemos – Ainda bem, que também levamos o canguru.
  3. Use e abuse dos protetores solares
  4. Em dias de sol e chuva, leve proteções como bonés, óculos de sol e capas de chuva.

Fique Esperto!

Zoo e Guaruja 025 O Zooparque (11 3323- 6214), em Itatiba (SP). Acesso pela Rodovia Dom Pedro, km 95,5.

O Ingresso custa R$20,00 para adultos e R$10,00 para crianças entre 13 e 12 anos. Adultos acima de 60 anos, estudantes e professores, pagam meia entrada.

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