Assunto é pouco polêmico e podemos encontrar bons argumentos à favor ou não do uso das cadeirinhas (após os dois anos de idade), o consenso é que devemos usa-lá sim, mas como veremos abaixo há duas linhas bem distintas sobre seu uso.
No blog Gravidez e Maternidade, da Flávia Oliveira, podemos encontrar um bom comparativo sobre os tipos de cadeirinhas disponíveis, que reproduzo abaixo com uma pergunta bem interessante:
Só idade conta (para mudança de tipo de assento)? Tamanho e peso não?
(falando sobre a obrigatoriedade do selo do Inmetro nas cadeirinhas e o uso em todos os veículos com crianças à partir de 2010)
Na verdade a informação do outro post é o que consta no Código Nacional de Trânsito, mas é lógico que não faz o menor sentido ser em função da idade, já que algumas crianças são totalmente fora dos padrões.
Aliás, queria saber como eles vão saber a idade da criança, a gente vai ter que andar com documento da criança depois que ela passar dos 7 anos e meio para mostrar que não precisa mais do booster?
No site da ONG Criança Segura tem o Guia da Cadeirinha que diz assim:
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| Tipo de assento | Bebê conforto ou conversível | Cadeira de segurança | Assento de elevação ou “booster” | Cinto de segurança de três pontos |
| Peso e idade | Desde o nascimento até 9 ou 13 Kg, conforme recomendação do fabricante, ou até 1 ano de idade | De 9 a 18 Kg, aproximadamente de 1 a 4 anos de idade. | De 18 até 36 Kg, aproximadamente de 4 a 10 anos de idade. | Acima de 36 Kg e no mínimo 1,45m de altura – aproximadamente 10 anos de idade |
| Posição | Voltada para o vidro traseiro, com leve inclinação, conforme instruções do fabricante, de costas para o movimento, sempre no banco de trás. |
Voltada para frente, na posição vertical, no banco de trás. | No banco traseiro com cinto de três pontos. | Até 10 anos de idade, no banco traseiro do carro, com cinto de três pontos. |
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O outro lado da discussão, pode ser encontrado no blog Criando Crianças, de Denise Carceroni e que traz a discussão levantada por Steven Levitt, autor de Freakonomics, questionou a necessidade do uso dessas cadeirinhas em crianças maiores de dois anos com base em dados de acidentes.
Ele mostra que o uso da cadeirinha ou do cinto de segurança tem diferenças estatisticamente insignificantes nos acidentes fatais e também naqueles que acarretam apenas ferimentos.
A palestra está dividida em duas partes, a primeira você pode ver abaixo e outra está no post Vídeo: Cadeirinha para o carro não é tão segura quando dizem








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